Remember The Time: Protecting Michael Jackson

A casa vista do alto
Javon: ''Uma mulher chamada Raymone Bain era gerente do Sr. Jackson. Ela tinha sido sua assessora durante o julgamento e agora ela estava assessorando.

A primeira vez que a Sra. Raymone chegou em casa, viu que tínhamos nos acomodado naquela garagem fria e apertada, não podia acreditar.

Ela disse: "Por que não coloca os rapazes no trailer que está em Neverland?"

"Trailer? No trailer?"

"Há um trailer de segurança em Neverland."

Então nos trouxeram o trailer. Isso foi uma bênção. O trailer tinha uma pia, um chuveiro, um banheiro, uma cama de casal. Seria o nosso centro de comando. Voltamos a recolocar todos os cabos de vigilância que tinham sido colocados na garagem.

Tínhamos feito um projeto completo do interior da casa, bem como um mapa de toda a cidade de Las Vegas. Nós colocamos todos os blocos da área residencial circundante, mapeamos todas as rotas possíveis para entrada e saída.

Considerando a forma como a casa estava exposta, fizemos tudo o que pudemos para compensar.''

Bill: ''Nós tínhamos botões de emergência instalados em diferentes cômodos da casa - em seu quarto, na sala de estar. Em caso de emergência, o Sr. Jackson ou as crianças poderiam alertar imediatamente. O alarme não soaria na casa e sim no trailer, para nos alertar. E ele tinha um som muito alto.

Lembro-me da primeira vez que foi disparado. Foi de manhã cedo. Eu o ouvi e corri para fora do trailer e passei pela parte de trás da casa. Entrei pela porta da cozinha, peguei minha arma e percorri o interior, como se estivesse pronto para alguma coisa...

Todos estavam sentados à mesa do café, comendo cereais. Eles me viram e congelaram. Sr. Jackson à esquerda, Paris, na cabeceira da mesa, Prince sentado à direita, através do Sr. Jackson.

Não vi Blanket. Ele estava do outro lado da sala assistindo TV, que era onde o botão de emergência tinha sido instalado. Ele estava caminhando, brincando com os botões.

Todos ali sentado à mesa, olhando para mim e logo Blanket falou, "Bill, isso é uma arma de verdade?"

O amigo pensou que era genial. Sr. Jackson não apreciou tanto. Entrando com uma arma automática na sala enquanto seus filhos estavam tomando café da manhã? Oh, ele conseguiu isso.''

Javon: ''Ele não gostou que as crianças viram as armas, mas apreciou que estivéssemos bem armados. Também tínhamos pistolas Glock semi-automáticas com carregadores extras. Tínhamos armas Taser. Cada uma delas com uma carga de 1,2 milhões de volts, poderosa o suficiente para matar um homem de 80 kg.

Tivemos um arsenal de armas de segurança: As MP5 eram totalmente automáticas, de estilo militar AR-15 e spingardas automáticas de calibre 12 e ocultas ​​MAC-10. Tivemos três caixas de munição, para cerca de três mil voltas. Levávamos coletes à prova de balas leve, às vezes.

Alguns podem dizer que era um exagero, mas essas pessoas não sabem o tipo de ameaças que Sr. Jackson recebia em uma base regular. Nós planejamos e estávamos preparados para o pior, mas esperando e orando pelo melhor.''

Bill: ''Qualquer pessoa que chegava à casa - reparadores, técnicos de manutenção, quem fosse - todos eles deveriam assinar acordos de confidencialidade antes de se permitir o acesso à propriedade. Era um contrato que indicava uma multa de US $ 10 milhões, para o caso de se revelar quaisquer detalhes sobre Sr. Jackson, sua casa, seus filhos, qualquer coisa.

Se não quisessem assinar, não entrariam. Também registrávamos e confiscávamos os telefones celulares. Se eles não cumprissem, não entrariam. Aqueles que tinham acesso à propriedade, teriam alguém da equipe lhe acompanhando, até que eles terminassem.

Isso era um procedimento padrão para todos, mesmo para os palhaços que contratávamos para os aniversários das crianças. Os palhaços não sabiam a quem eles iriam divertir, até que eles chegassem lá. Eles apareciam, nós os informávamos sobre a divulgação, etc.

"Temos que ficar com os telefones até que vocês saiam."

"Mas e se alguém me telefonar?"

"Quer ser nosso palhaço ou não?"

E eles entregavam o telefone.

Extraído do livro Remember The Time: Protecting Michael Jackson in His Finals Days escrito por Bill Whitfield e Javon Beard - ex-guarda-costas de Michael Jackson.

Fonte: http://mjhideout.com


8 comentários:

  1. Medidas mais que necessárias para a segurança da família.

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    1. A gente vê pela imagem como a casa fica tão exposta, sendo situada na esquina.

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  2. Se tratando do maior artista do planeta, tudo realmente tinha que ser revistado, guarnecido, vigiado,... Todo cuidado é muito pouco.
    A Rosane está certa, a casa está muito exposta.

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  3. Fico feliz de saber que michael encontrou bons seguranças em sua vida, algo que era essencial. Blanket era um peralta mesmo. Kkk

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    1. Blanket deixava os seguranças em pânico..rsrs.. me lembro de quando ele se pendurou na grade do zoológico.

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  4. Vista do alto percebe-se mesmo que era uma casa vulnerável a "visitas" indesejáveis, portanto, a segurança tinha que ser mesmo coisa de cinema, para que eles ficassem tranquilos.

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    1. Michael encarregou uma pessoa de sua equipe para conseguir uma casa enquanto ele estava no exterior, e o esperto conseguiu encontrar uma casa cheia de problemas para Michael.

      Uma casa posta para alugar fazia sete anos e ninguém a quis... acho que alguém levou um dinheiro por fora nessa negociação.

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