"Não vou mentir pra vocês. Eu não sei que tipo de contrato Michael Jackson assinou com a própria mãe natureza, mas eu não quero que esse contrato me encontre. Esse homem está morto desde 2009.
Mas do jeito que as pessoas se fantasiam de Michael Jackson, do jeito que falam sobre ele... todo esse lance em torno do Michael Jackson... você pensaria que ele ainda está vivo e bem, respirando, como se nunca tivesse morrido.
Cartas para Michael
"Michael Jackson assinou um contrato com o próprio universo"
"Tudo o que vi em Michael foi bondade e generosidade"
"A respeito de Michael Jackson, teve muita imprensa negativa. Não estou me escondendo disso. Eu, em todo o meu tempo com ele, nunca o vi pisar na bola de nenhuma forma depreciativa. Ele doava muito, doações de caridade para crianças necessitadas, por exemplo. Eu nunca estaria anunciando isso ou comunicando para o mundo exterior. Michael fazia isso em privado. Tudo que eu vi foi bondade, uma quantidade enorme de generosidade para pessoas desfavorecidas no mundo.
Michael Jackson no Japão: o encontro entre mestres
Em 1984, no auge da era Thriller, Michael Jackson fez uma visita icônica ao Japão e foi recebido na casa do compositor Isao Tomita, pioneiro da música eletrônica. No registro, que se tornou raro, aparecem quatro lendas: Quincy Jones, produtor do álbum mais vendido do mundo; Tomita, mestre dos sintetizadores Moog; John Williams, o gênio por trás das trilhas de Star Wars e Indiana Jones; e Michael, com seu famoso suéter vermelho de estrelinhas. Foi um jantar informal que uniu o pop, o cinema e a música eletrônica em uma mesma sala.
A foto simboliza a ponte que Jackson sempre buscou entre culturas. Fã declarado da tecnologia japonesa e da música orquestral americana, Michael admirava tanto Tomita quanto Williams. Meses depois desse encontro, ele colaboraria com Quincy Jones e Spielberg (amigo próximo de Williams) em projetos como Captain EO. Mais do que uma simples lembrança, a imagem mostra o respeito mútuo entre quatro homens que moldaram a trilha sonora do século XX.
Curadoria, tradução e edição: Cartas para Michael © 2026. Proibida reprodução sem crédito.
A inesperada conexão entre Johnny Hallyday e Michael Jackson
Flagrantes do Rei | o jantar na casa do produtor
O relato do autor de *Humanitarian, the Real Michael Jackson*
Na verdade, Prince foi o primeiro convidado do meu podcast. Então, originalmente, Taj Jackson foi a primeira pessoa que entrou em contato comigo sobre o meu livro.
Ele tinha um exemplar e perguntou se eu poderia enviar alguns exemplares para membros da família. Então enviei alguns exemplares para ele. Ele disse que deu um para a avó dele, Katherine, e que ela adorou.
Então Taj me convidou para ir até Los Angeles para me encontrar com ele. Fui até lá e me encontrei com ele e passei pela festa de Halloween. Então fui até lá em Havenhurst e foi onde conheci Prince.
Eu disse ao Prince, "olha, eu tenho um livro. Gostaria de te dar e contei a ele sobre o livro". E ele disse: "Eu já tenho o seu livro."
Então o convidei para o meu podcast. Ele veio para o meu podcast e, sim, ele disse que está impressionado com o trabalho que fiz. E disse que tinha o livro quando estava trabalhando no filme e que eles fariam referência a ele, ou ele faria referência a ele como motivação ou inspiração.
"Michael Jackson foi uma pessoa única neste mundo"
"Eu não exatamente "trabalhei" com Michael Jackson, mas cheguei a conhecê-lo muito bem, porque escrevi a música Ben para ele. Eu morava em Los Angeles na época, com meus dois filhos e a Shirley; ele vinha à minha casa e adorava — adorava mesmo — a minha família.
"Tal controle biomecânico você nunca mais vai ver"
Por Brian G. Carroll — especialista em coluna (McGill Master Clinician), fundador da PowerRackStrength, primeiro atleta do mundo a agachar 1306 libras e coautor do livro Gift of Injury. Texto extraido de vídeo publicado originalmente em seu Instagram @briancarroll1306.
"Você não consegue sustentar notas nos registros mais agudos enquanto quica, gira, desacelera, acelera, lida com forças de reação do solo e se estabiliza, a menos que seu diafragma seja treinado como um músculo de resistência.








