"A respeito de Michael Jackson, teve muita imprensa negativa. Não estou me escondendo disso. Eu, em todo o meu tempo com ele, nunca o vi pisar na bola de nenhuma forma depreciativa. Ele doava muito, doações de caridade para crianças necessitadas, por exemplo. Eu nunca estaria anunciando isso ou comunicando para o mundo exterior. Michael fazia isso em privado. Tudo que eu vi foi bondade, uma quantidade enorme de generosidade para pessoas desfavorecidas no mundo.
Cartas para Michael
"Tudo o que vi em Michael foi bondade e generosidade"
"A respeito de Michael Jackson, teve muita imprensa negativa. Não estou me escondendo disso. Eu, em todo o meu tempo com ele, nunca o vi pisar na bola de nenhuma forma depreciativa. Ele doava muito, doações de caridade para crianças necessitadas, por exemplo. Eu nunca estaria anunciando isso ou comunicando para o mundo exterior. Michael fazia isso em privado. Tudo que eu vi foi bondade, uma quantidade enorme de generosidade para pessoas desfavorecidas no mundo.
Michael Jackson no Japão: o encontro entre mestres
Em 1984, no auge da era Thriller, Michael Jackson fez uma visita icônica ao Japão e foi recebido na casa do compositor Isao Tomita, pioneiro da música eletrônica. No registro, que se tornou raro, aparecem quatro lendas: Quincy Jones, produtor do álbum mais vendido do mundo; Tomita, mestre dos sintetizadores Moog; John Williams, o gênio por trás das trilhas de Star Wars e Indiana Jones; e Michael, com seu famoso suéter vermelho de estrelinhas. Foi um jantar informal que uniu o pop, o cinema e a música eletrônica em uma mesma sala.
A foto simboliza a ponte que Jackson sempre buscou entre culturas. Fã declarado da tecnologia japonesa e da música orquestral americana, Michael admirava tanto Tomita quanto Williams. Meses depois desse encontro, ele colaboraria com Quincy Jones e Spielberg (amigo próximo de Williams) em projetos como Captain EO. Mais do que uma simples lembrança, a imagem mostra o respeito mútuo entre quatro homens que moldaram a trilha sonora do século XX.
Curadoria, tradução e edição: Cartas para Michael © 2026. Proibida reprodução sem crédito.
A inesperada conexão entre Johnny Hallyday e Michael Jackson
Flagrantes do Rei | o jantar na casa do produtor
O relato do autor de *Humanitarian, the Real Michael Jackson*
Na verdade, Prince foi o primeiro convidado do meu podcast. Então, originalmente, Taj Jackson foi a primeira pessoa que entrou em contato comigo sobre o meu livro.
Ele tinha um exemplar e perguntou se eu poderia enviar alguns exemplares para membros da família. Então enviei alguns exemplares para ele. Ele disse que deu um para a avó dele, Katherine, e que ela adorou.
Então Taj me convidou para ir até Los Angeles para me encontrar com ele. Fui até lá e me encontrei com ele e passei pela festa de Halloween. Então fui até lá em Havenhurst e foi onde conheci Prince.
Eu disse ao Prince, "olha, eu tenho um livro. Gostaria de te dar e contei a ele sobre o livro". E ele disse: "Eu já tenho o seu livro."
Então o convidei para o meu podcast. Ele veio para o meu podcast e, sim, ele disse que está impressionado com o trabalho que fiz. E disse que tinha o livro quando estava trabalhando no filme e que eles fariam referência a ele, ou ele faria referência a ele como motivação ou inspiração.
"Michael Jackson foi uma pessoa única neste mundo"
"Eu não exatamente "trabalhei" com Michael Jackson, mas cheguei a conhecê-lo muito bem, porque escrevi a música Ben para ele. Eu morava em Los Angeles na época, com meus dois filhos e a Shirley; ele vinha à minha casa e adorava — adorava mesmo — a minha família.
"Tal controle biomecânico você nunca mais vai ver"
Por Brian G. Carroll — especialista em coluna (McGill Master Clinician), fundador da PowerRackStrength, primeiro atleta do mundo a agachar 1306 libras e coautor do livro Gift of Injury. Texto extraido de vídeo publicado originalmente em seu Instagram @briancarroll1306.
"Você não consegue sustentar notas nos registros mais agudos enquanto quica, gira, desacelera, acelera, lida com forças de reação do solo e se estabiliza, a menos que seu diafragma seja treinado como um músculo de resistência.
Ex-executivo fonográfico recorda primeira audição de Thriller
Fazia as pessoas tirarem a poeira do aparelho de som e voltarem a ouvir música, porque em 1980 e 81 estávamos meio em baixa, sem conseguir estourar artistas novos. Mas aí veio a MTV e depois veio Thriller. Thriller foi uma experiência incrível para mim.








