3 de novembro de 2026

Michael Jackson no Japão: o encontro entre mestres

O encontro histórico de 1984: Michael Jackson, Quincy Jones, John Williams e Isao Tomita

Em 1984, no auge da era Thriller, Michael Jackson fez uma visita icônica ao Japão e foi recebido na casa do compositor Isao Tomita, pioneiro da música eletrônica. No registro, que se tornou raro, aparecem quatro lendas: Quincy Jones, produtor do álbum mais vendido do mundo; Tomita, mestre dos sintetizadores Moog; John Williams, o gênio por trás das trilhas de Star Wars e Indiana Jones; e Michael, com seu famoso suéter vermelho de estrelinhas. Foi um jantar informal que uniu o pop, o cinema e a música eletrônica em uma mesma sala.

A foto simboliza a ponte que Jackson sempre buscou entre culturas. Fã declarado da tecnologia japonesa e da música orquestral americana, Michael admirava tanto Tomita quanto Williams. Meses depois desse encontro, ele colaboraria com Quincy Jones e Spielberg (amigo próximo de Williams) em projetos como Captain EO. Mais do que uma simples lembrança, a imagem mostra o respeito mútuo entre quatro homens que moldaram a trilha sonora do século XX.

❦ MJ ❦

Curadoria, tradução e edição: Cartas para Michael © 2026. Proibida reprodução sem crédito.

A inesperada conexão entre Johnny Hallyday e Michael Jackson

O dia em que Michael Jackson salvou a vida do cantor francês Johnny Hallyday.

Era 25 de junho de 2009. O mundo está sabendo da morte brutal de Michael Jackson. A milhares de quilômetros dali, Johnny Hallyday continua os shows de sua turnê. As seguradoras, traumatizadas pelo desaparecimento repentino do Rei do Pop, exigem uma avaliação de saúde completa de Johnny.

Johnny está desanimado. E ali, os médicos então descobrem um início de câncer de cólon. Cirurgia a tempo, o roqueiro é salvo. Ele revelou mais tarde:
2 de novembro de 2026

Flagrantes do Rei | o jantar na casa do produtor

Prince e Michael Jackson jantam com a família do produtor Rodney Jerkins enquanto estavam trabalhando no álbum Invincible.
“Eu sou muito apegado ao álbum Invincible.. porque esse foi um dos álbuns que eu realmente estava lá para ver a criação dele, e algumas das minhas memórias mais antigas são de estar sentado no estúdio ouvindo ele trabalhar em Unbreakable ou Invincible.”

- Prince Jackson 



Cartas para Michael
1 de novembro de 2026

O relato do autor de *Humanitarian, the Real Michael Jackson*

"Meu nome é Paul Dwyer. Sou autor do livro Humanitarian, The Real Michael Jackson. Até o Prince Jackson mencionou isso no ano passado.

Na verdade, Prince foi o primeiro convidado do meu podcast. Então, originalmente, Taj Jackson foi a primeira pessoa que entrou em contato comigo sobre o meu livro. 

Ele tinha um exemplar e perguntou se eu poderia enviar alguns exemplares para membros da família. Então enviei alguns exemplares para ele. Ele disse que deu um para a avó dele, Katherine, e que ela adorou. 

Então Taj me convidou para ir até Los Angeles para me encontrar com ele. Fui até lá e me encontrei com ele e passei pela festa de Halloween. Então fui até lá em Havenhurst e foi onde conheci Prince.

Eu disse ao Prince, "olha, eu tenho um livro. Gostaria de te dar e contei a ele sobre o livro". E ele disse: "Eu já tenho o seu livro."

Então o convidei para o meu podcast. Ele veio para o meu podcast e, sim, ele disse que está impressionado com o trabalho que fiz. E disse que tinha o livro quando estava trabalhando no filme e que eles fariam referência a ele, ou ele faria referência a ele como motivação ou inspiração.

"Michael Jackson foi uma pessoa única neste mundo"


"Eu não exatamente "trabalhei" com Michael Jackson, mas cheguei a conhecê-lo muito bem, porque escrevi a música Ben para ele. Eu morava em Los Angeles na época, com meus dois filhos e a Shirley; ele vinha à minha casa e adorava — adorava mesmo — a minha família.

Ele chegou a fazer uma pintura junto com a Shirley. Ele brincava com Grant e Clive, meus filhos, e nós convivíamos bastante com ele. Michael costumava ligar sempre que vinha a Londres. Até que um dia recebi uma ligação do pai dele, o Joe, dizendo: "Donny, se você quiser falar com o Michael, de agora em diante terá que passar por mim".

"Tal controle biomecânico você nunca mais vai ver"

Temos aqui a análise de um especialista em performance atlética sobre o que tornava Michael Jackson fisicamente impossível de ser copiado.

Por Brian G. Carroll — especialista em coluna (McGill Master Clinician), fundador da PowerRackStrength, primeiro atleta do mundo a agachar 1306 libras e coautor do livro Gift of Injury. Texto extraido de vídeo publicado originalmente em seu Instagram @briancarroll1306.

"Você não consegue sustentar notas nos registros mais agudos enquanto quica, gira, desacelera, acelera, lida com forças de reação do solo e se estabiliza, a menos que seu diafragma seja treinado como um músculo de resistência.

Ex-executivo fonográfico recorda primeira audição de Thriller

"Eu fui uma das primeiras pessoas, em 1982, a ouvir Thriller. Thriller foi uma mudança incrível para a indústria. A gente chamava um disco como Thriller, como fizemos com Saturday Night Fever, como fizemos com algumas coisas da Whitney Houston, de dusters.

Fazia as pessoas tirarem a poeira do aparelho de som e voltarem a ouvir música, porque em 1980 e 81 estávamos meio em baixa, sem conseguir estourar artistas novos. Mas aí veio a MTV e depois veio Thriller. Thriller foi uma experiência incrível para mim.

A última grande lenda analógica do cenário musical

"Michael Jackson nunca viralizou. Ele fez algo mais difícil. Ele se tornou universal. Não havia algoritmo para impulsioná-lo, nenhum botão de compartilhar, nenhuma aba de tendências. 

Se uma performance fosse viajar, ela tinha que ser forte o suficiente para fazer as próprias pessoas carregá-la, de uma sala de estar para a outra. Então, o trabalho dele tinha que ser construído de forma diferente.

Uma voz que conseguia prender a atenção sem legenda. Um passo de dança que fazia sentido para um espectador que não falava inglês. Um videoclipe criado não como um anúncio, mas como um evento pelo qual valia a pena esperar.