'Uma das primeiras coisas que eu tinha feito, ao chegar no rancho, foi verificar se meu pequeno pacote de maconha ainda estava em seu esconderijo, no meu quarto. Eu estava preocupado que a polícia poderia tê-la encontrado no ataque e que de alguma forma ela seria usada contra Michael.
Michael sempre foi contra a maconha e outras drogas ilegais. Mas de volta a Miami, um ano antes, Michael havia passado algum tempo com dois dos ex-Bee Gees, Maurice Gibb, que estava em seu leito de morte, e Barry Gibb.
Quando Barry disse a Michael que ele havia gravado suas melhores músicas enquanto fumava maconha, Michael ficou intrigado. Ele era um grande fã dos Bee Gees. As músicas How Deep Is Your Love, Stayin 'Alive e More Than a Woman estavam entre suas favoritas.
E assim, Michael fumou maconha comigo quando estávamos no rancho, trabalhando em vídeos caseiros, e acho que foi a sua primeira vez. Eu me lembro de como, naquele estado mental, as luzes de Neverland vieram à vida.
'Ah, agora tudo faz sentido' Michael disse, enquanto dirigíamos através da propriedade. 'Isto é exatamente o que os índios estavam fazendo quando fumavam o cachimbo da paz.' Gostava (da ideia) que a maconha viesse da terra, o que ajudou a justificar algo que ele sempre tinha sido contra.
Durante o ano passado, nós tínhamos ficado chapados em algumas poucas ocasiões, nas montanhas. Michael era extremamente discreto, ele não queria que ninguém soubesse nada sobre isso. E a boa notícia foi que o segredo estava a salvo.
Assim como saiu, a polícia não tinha encontrado meu pacote, e uma tarde, em uma tentativa de animar a ambos, preparei um cigarro e encontrei Michael no seu escritório, que era uma extensão da casa principal, uma sala quente com pisos de madeira escura, uma mesa bonita, e um sofá.
Seis TVs de tela plana se alinhavam em uma parede - cada qual apresentando um desenho animado diferente. Na parede sobre a lareira, havia um retrato de seis metros de altura de Prince, com a idade de 2 ou 3, dormindo, comigo e com Eddie em pé, um a cada lado dele, mantendo guarda.
'Vamos, vamos fazer uma pausa', sugeri.
'Sim, está bem', disse ele. Saímos e entramos no carrinho de golfe de Michael.
Fomos de carro até as montanhas, e fumamos aquele cigarro, mais quietos do que de costume. Não é que estivéssemos sem assunto, exatamente, mas nós não queríamos falar sobre as acusações iminentes, e nós não poderíamos chegar a qualquer outro assunto para discutir.
Eu queria dizer 'eu avisei...' mas não o fiz. E Michael queria perguntar: 'Como isso aconteceu?' mas não o fez. Em vez disso, ficamos em silêncio e, de vez em quando, eu dizia: 'Você acredita nesta f*** de família?'
'Eu não posso acreditar nesta m****...' Michael respondeu.
Gostaríamos de olhar um para o outro e balançamos a cabeça. Parecia um sonho ruim. Normalmente, teríamos dirigido em torno do rancho, com ou sem o cigarro, tendo a beleza do nosso meio ambiente e apenas curtindo o momento.
Agora nós estávamos tentando, e falhando, em nos distrair da realidade. Pelo meu conhecimento, esta foi a última vez Michael fumou maconha, que foi uma fase de curta duração para nós dois.
Quando chegou a hora para mim, Eddie, e meu pai partirmos, fui ao quarto de Michael para dizer adeus. Apesar de Michael ter voltado a Neverland, ele se recusou a ficar na casa principal, porque ele sentia que tinha sido contaminado pela invasão da polícia.
Em vez disso, ele fugiu para uma das unidades de casas de hóspedes, onde ele ficou com os três filhos. Foi no início da manhã, e Michael ainda estava na cama. As três crianças dormiam no quarto ao lado, de modo que falamos calmamente.
'Temos que rezar' disse para Michael. 'Deus sabe a verdade, e a verdade prevalecerá. Você não tem que pensar duas vezes. Eu estou aqui para você. Minha família está aqui para você. Eu te amo. Eu amo seus filhos. Se você precisar de alguma coisa, qualquer coisa, é só me avisar. Vamos fazê-los parecer com os idiotas que são.'
'Não se preocupe' disse Michael. 'Apenas certifique-se em se manter forte.'
Essa era a sua maneira de reconhecer que eu tinha minhas próprias preocupações sobre o julgamento.
'Reze' disse ele 'e nós vamos comemorar quando tudo acabar.'
Em sua acusação em 16 de janeiro de 2004, Michael havia se declarado inocente de todas as acusações. Então ele saiu e dançou no teto do seu (carro) SUV para as centenas de fãs que se reuniram, para reconhecê-los e mostrar que ele iria lutar com tudo o que tinha.
Este era uma atitude que somente um homem inocente teria. Agora eu lhe disse: 'Quando tudo isso acabar, eu vou subir no carro e dançar com você.'
Eu estava energizado pela minha raiva. Eles achavam que poderiam se safar dessa?
'Ok, Frank' Michael disse, rindo. 'Eu te amo. Tenha um vôo seguro.'
'Certifique-se de tomar banho e escovar os dentes antes de ir ao tribunal, para que você não mate nenhum dos jurados' eu lhe disse, através de um grande sorriso.
Eu beijei seus filhos na testa, que estavam adormecidos, e saí da sala. Meu pai tinha dito adeus na noite anterior, mas Eddie entrou depois de mim para se despedir.
Eu tinha dito adeus a Michael, mas eu gostaria de ter abrandado no meu caminho ainda no carro, guardando um momento para olhar em volta para a bela casa, os fundamentos expostos, o lago, os caminhos, as montanhas. Eu não tinha ideia que seria a última vez que eu veria Neverland.
Depois dessa viagem, AMBOS - meu advogado Joe Tacopina e o advogado de Michael, Tom Mesereau - me instruíram firmemente a não ter qualquer outro contato com Michael. Se eu fosse chamado a depor, e a promotoria me perguntasse: 'Quando foi a última vez que falou com o Michael?' eles queriam que eu fosse capaz de dizer que não tínhamos nos falado desde que as acusações haviam sido arquivadas.
Mesmo eu não tendo sido acusado, Janet Arvizo estava fazendo acusações criminais contra mim, também. Se qualquer evidência se desenvolvesse durante o julgamento para apoiar suas reivindicações absurdas, seria melhor se eu não tivesse comunicado com Michael. Os advogados não queriam que a gente parecesse estar em combinação.
O raciocínio fazia perfeito sentido para mim, mas uma separação forçada de Michael foi um golpe. Tínhamos experimentado os Arvizo juntos; tínhamos sido acusados juntos, e agora não seríamos capaz de apoiar um ao outro, através do julgamento.
Eu tinha confiança de que nossos advogados iriam revelar a verdade, mas o nosso julgamento no tribunal da opinião pública era uma questão separada. Um jornalista chamado Roger Friedman estava cobrindo o julgamento para um blog chamado Fox Entertainment News FOX411.
Ele havia tentado entrar em contato comigo através de amigos mútuos, mas eu não tinha respondido. Eu nunca tinha falado com a imprensa sobre Michael antes, mas desta Friedman Roger estava escrevendo histórias cotidianas e sua informação estava errada.
Agora, frustrado com o que vi em suas colunas, decidi que, se eles estava escrevendo sobre mim, eles poderiam muito bem ter informações precisas. Eu queria que a verdade fosse conhecida.
Vinnie e eu encontramos com Roger em uma cafeteria na 76 com a Broadway. Vinnie colocou uma maleta de metal grande em cima da mesa e a abriu, em toda a sua extensão. Roger se inclinou para frente, para um olhar mais atento.
Dentro havia pilhas de recibos. Explicamos-lhe que estes eram recibos de todo o dinheiro que havia sido gasto enquanto estávamos cuidando dos Arvizo, durante a sua estadia em Neverland. Havia recibos de hotéis, cinemas, restaurantes e spas. A imprensa nos acusava de raptá-la, mas, como ficou imediatamente claro para Roger, estas não seriam as despesas de seqüestradores e sua vítima indefesa.
Nós a mantínhamos confortável e entretida, enquanto esperávamos que a mídia em torno do vídeo de Bashir esfriasse. Após esta reunião, o tom da escrita de Roger pareceu mudar. Eu não era tão frágil como eu tinha pensado. Eu poderia apoiar Michael, mesmo sem falar com ele.
Naquela primavera, antes do indiciamento, Joe falou com Tom Sneddon, o promotor de Justiça do Condado de Santa Barbara.
'Ouça' disse Sneddon 'Frank está em um navio que está afundando. Ele pode tomar nossa embarcação ou afundar com o navio.'
Ele me ofereceu imunidade se eu concordasse em ir ao escritório da promotoria pública, testemunhar contra Michael. Sei que as pessoas que assistem a shows como Law & Order estão acostumados a pensar que a promotoria pública são os 'mocinhos', mas desta vez, eles estavam do lado errado do caso. Mesmo se eu fosse completamente honesto, eles procurariam maneiras de usar o que eu disse (para ser usado) contra Michael.
Joe me explicou que isto era um plano comum do Ministério Público. Ele se encontrou com essas pessoas, e estava certo de que não tinha provas contra mim. Eles estavam blefando. Ainda era dever de Joe me lembrar que eu estava para ser acusado de um crime grave, e que, em tal situação, muita gente iria direto para a promotoria. Era óbvio para mim. Eu lhe disse que estava por Michael e queria permanecer no curso.
Para me distrair, fui visitar Valerie, que estava em Roma, em uma pausa dos seus estudos de pós-graduação. Eu voei para a Itália, passei algum tempo com Valerie, em seguida, jantei com ela e seus amigos. Um par de dias depois que eu cheguei, eu estava deitado na cama, com Valerie ao meu lado, quando o telefone tocou.
Era Joe Tacopina. Ele disse que Vinnie tinha buscado seu próprio advogado. Eu não podia acreditar. Joe me disse para não se preocupar com isso, mas eu estava magoado. Por que Vinnie faria isso? Nós não estávamos no mesmo barco?
Parte da razão pela qual eu queria ficar com Vinnie foi que me senti horrível e responsável pela sua situação. Eu o conhecia desde que eu tinha treze anos de idade. Eu o trouxe para o mundo de Michael, e agora ele estava nessa situação impensável por causa disso.
Liguei para Vinnie, que tentou me acalmar: 'Frank, você não tem nada para se preocupar. Nós ainda estamos trabalhando juntos. Legalmente, é apenas melhor se tivermos advogados diferentes.'
Eu não gostei da ideia, mas se era o que ele preferia... Mas, então, Vinnie decidiu falar com a promotoria. Ele tinha feito algumas leituras sobre outros casos em que pessoas tinham sido falsamente acusadas, e ele e seu advogado decidiram que fazia sentido contar seu lado da história.
Havia tão poucas evidências para apoiar a acusação de conspiração, que Vinnie pensou que ele poderia mostrar ao promotor que não teria um caso sem que isso implicasse em qualquer outra pessoa. Ele explicou que não tinha Janet Arvizo não era refém, que quando ele a levou em torno de diversas nomeações, teve ampla oportunidade para pedir ajuda ou 'escapar'.
Ele achava que isso era uma boa jogada legal de sua parte, mostrar ao público que não tínhamos nada a esconder. Compreensivelmente ele estava cansado de ficar preso num limbo legal, de ser descartado e caluniado por tubarões da mídia.
Por mais que eu aceitasse a sua lógica, conversar com o promotor era como falar com o diabo em meus olhos. Eles estavam construindo um processo contra Michael, Vinnie e eu. Eles já estavam indo a julgamento. A verdade era irrelevante para eles agora, o que importava para eles era construir o seu caso e ganhar.
Eu não podia acreditar que ele tinha feito isso. Eu me senti traído. Pensei que iríamos passar por isso juntos, mas pelo resto do julgamento, e depois, eu não voltaria mais a falar com Vinnie. Finalmente compreendi que Vinnie não têm a mesma história com Michael, ou a mesma lealdade a ele.
Considerando que eu estava disposto a sacrificar qualquer coisa por Michael, Vinnie queria ter certeza de que ele não pegaria nenhum tempo de prisão e se falar com o promotor garantiria isso, ele iria falar com a promotoria.
Fiquei tão chateado com Vinnie que eu não falo com ele há anos. Eventualmente, ele e eu gostaríamos de nos falar, e eu o perdoaria. Vinnie precisava fazer o que era melhor para ele. No final do dia, ele ainda era meu amigo desde a oitava série. As nossas famílias percorreram um longo caminho. Não valia a pena perdê-lo. Gostaríamos de fazê-lo por isso.
Quando voltei para os Estados Unidos, eu continuei trabalhando no show de Patti LaBelle, mas eu caí em uma depressão grave que durou grande parte de 2004. Eu não queria deixar meu apartamento ou estar próximo de alguém.
Eu não queria nem falar com as pessoas no telefone. Afetou o meu trabalho. Recentemente, descobri que eu estava no meu melhor quando eu estava trabalhando ao lado de Michael. Tudo o que passamos, a nossa conexão tinha ido embora, e minha vida estava em espera. Perdi a noção do eu, do que fazer comigo.
Conforme o tempo passava, minha depressão se transformou em um estado do que você poderia chamar de cautela calculada, mesmo paranoia. Eu estava sempre pensando dez movimentos à frente. Eu sentia como se tivesse tudo planejado, mas a necessidade de manobrar com tanto sentimento de cálculo não era bom.
Parecia que cada passo que eu dava, provocava ondas de mudança que eu tinha de prever e controlar, no entanto, esta necessidade de controle era a única maneira que eu poderia combater a impotência de estar no limbo, à espera do fim do julgamento. Finalmente, entendi a paranoia de Michael. Ser falsamente acusado, ser julgado pelo público nos torna uma pessoa desesperada para recuperar o controle.
Escusado será dizer que este foi um momento difícil para a minha relação com Valerie. Nós nos amávamos, e nos preocupávamos, um com o outro. Ela estava indo para a escola, vivendo sua vida feliz de estudante, enquanto eu estava deprimido e infeliz.
Valerie e eu éramos jovens, ainda tínhamos algo a crescer, e estávamos geograficamente distantes, um do outro. Além do fator da longa distância, sempre houve problemas entre nós: o segredo do meu trabalho, o estilo de vida incomum que me envolvia, o compromisso de tempo integral.
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Da primeira vez em que eu li essa passagem do livro, falando sobre o cigarro de maconha, eu pensei: ¨´E isso? Toda a polêmica nos fóruns por causa dessa passagem?'
ResponderExcluirA verdade é que não me demorei mais do que um minuto, refletindo sobre este assunto. Para mim, era um tema encerrado.
Ou vc acredita na história sobre Michael experimentar, eventualmente, um cigarro de maconha, naquela situação, junto ao Frank, ou Frank está mentindo.
Considerando todo o conteúdo do livro até aqui, vejo que o tema principal do livro sempre foi o testemunho de um amigo recordando uma vida inteira ao lado de Michael.
Citando Michael como seu professor, e fonte de inspiração.
Testemunhando os altos e baixos na vida de Michael, na intimidade. Não vejo porque não acreditaria nessa passagem citada.
Então.. e daí??
Supondo que Michael tenha sim, experimentado fumar, de que forma isso teria prejudicado as pessoas ao redor dele? todo o seu legado? a sua arte? o seu caráter? o seu trabalho humanitário?
Eu respondo: De forma nenhuma.
Se isso é verdade, não me move um milimetro da minha admiração e afeto por Michael.
Acho que foi esse mesmo pensamento que passou por Frank, ao escrever o livro.
Agora,.. ao mesmo tempo, ele cita que Michael não queria que ninguém soubesse disso.
Nesse caso, posso dizer que Frank teria sido uma lingua de trapo, por não manter a privacidade de Michael, nesse episódio.
Não que ele tivesse cometido um crime, mas por ter sido um episódio particular na vida de Michael.
Mas também me ocorre que Frank quisesse que conhecêssemos todas as faces de Michael, assim como ele nos mostrou as mais divertidas e inspiradoras.
Sinceramente, precisa mais do que isso para me chocar.
Tava esperando pela tradução dessa parte do livro, embora já tivesse lido a meses atrás, porém gosto muito de vir aqui nesse blog e prestigiar o grande trabalho que a Rosane faz.
ResponderExcluirEssa passagem não muda minha admiração pelo Michael. Ainda mais em lembrar que ele apenas experimentou "o cachimbo da Paz". Os indígenas já faziam isso, de forma respeitosa e discreta. Nunca usei esse entorpecente, porém entendo Michael em sua dimensão pessoal. Frank nos trouxe um Michael humano, homem, e genial em sua infinita humanidade artística.
Tenho muito orgulho e AMOR por Michael.
CONCORDO COM VC MICHAEL É MUITO MAIOR QUE ISSO E ESSE FATO DA MACONHA SÓ MOSTRA OQUE NÓS FÃS JÁ SABEMOS QUE MICHAEL ERA UM SER HUMANO E PORTANTO NÃO ME ESPANTA ESSE FATO E TAMBEM NÃO MUDA NADA A GRANDE ADMIRAÇÃO E O GRANDE AMOR QUE TENHO POR ELE.
ResponderExcluirMICHAEL É UM EXEMPLO DE VIDA PRA MIM E VAI CONTINUAR SERNDO MESMO AGORA QUE SEI DESSE FATO .
QUE AMA ALGUEM DE VERDADE AMA TUDO AMA INTEIRO COM DEFEITOS E QUALIDADES ISSO É SER HUM SER HUMANO
Sim.. um Michael humano,com virtudes (infinitas) e fragilidades.(embora essa passagem eu nem chamaria de fragilidade, mas curiosidade e livre opção)
ResponderExcluirThis is It.
Se tivesse passado por um décimo do que Michael passou (e não só pelo episódio do julgamento, mas a vida toda) eu teria fumado, cheirado, me embriagado... faria qualquer coisa para sair desse inferno.
ResponderExcluirGente, Michael está encarnado, na sua natureza humana... Talvez seja isso que Frnak queira passar: esse homem, apesar de espiritualmente elevasdo, especial e único, é gente, está no mundo, sofre, fica doente, tem dor de barriga igual a qualquer outro ser humano.
Ou a gente ainda acha que os grandes Seres que visitaram a humanidade eram diferentes? Jesus não "chutou o pau da barraca" lá no Templo de Jerusalém, igual a qualquer ser humano indignado?! LOW!
ahah.. verdade..vamos deixar Michael ser humano em todos os sentidos!!
Excluir(outro dia, uma leitora me disse que Michael JAMAIS namoraria uma fã, JAMAIS compraria uma coleção de canivetes para o Frank..o comentário foi escrito em um tom tão agressivo, que me recusei a publicá-lo. Por favor..)
Aham... Alma Céltica adicionou sábias palavras completando minha reflexão referente a natureza humana do Michael.
ExcluirRosane, realmente as vezes tem uns fãs que meu Deus. Outro dia entrei em detrimento com uma fã sobre o material adulto masculino apreendido em Neverland que pertencia a Michael.Qual é o problema Michael apreciar e fazer uso daquele material? Ele é um Ser Humano, com sua grandeza espiritual, porém é um homem com seus desejos e anseios. Absolutamente normal ele possuir aquele material.
Dona Kathe, perguntada em entrevista sobre o que ela achava sobre esse material encontrado no quarto de Michael, ela sabiamente respondeu: "Acho isso normal. Ele é um homem. Os homens usam isso."
Isso mesmo.. eles preferiam ter encontrado material pornô gay, mas as revistas apresentavam mulheres.
ExcluirQuer saber? gostei de saber disso, na época. Eu como fã, não precisava de provas de que ele era homem, nunca duvidei disso. Mas foi um tapa na cara de quem o chamava de homossexual.
E ainda, se ele fosse homossexual, o amaria e respeitaria da mesma forma. O que me incomoda é como sempre deturparam suas palavras. Se não era a sua condição, por que dizer o contrário?
O tiro do capeta Sneddon e a gangue toda saiu pela culatra. Acharam que iriam pegar um motivo para chamá-lo de gay e associar isso com pedofilia.
ExcluirAchei bem feito também, um tapa na cara desse povo que chamava ele de homossexual. Prá mim também não faria diferença, o amaria e respeitaria da mesma forma se ele fosse gay, mas que foi um tapa na cara desse povo, isso foi né?
E o Tomas Mesereau acabou literalmente com a farra da pornografia que fizeram no tribunal, desmascarando essa família de vigaristas e dando um verdadeiro soco em Sneddon.
Corja!
Concordo em gênero, número e grau com tudo o que vocês comentaram aqui.
ResponderExcluirNão vejo motivo nenhum para polêmicas e tampouco espanto.
Michael era um ser humano acima de tudo e, asiim como qualquer um de nós, ao fumar o "cachimbo da paz", não queria compartilhar a experiência com o mundo, pois era da conta dele, de ninguém mais. Qualquer um de nós também não sairía por aí contando aos quatro ventos se tivéssemos uma experiência como essa. É natural, portanto, para qualquer um de nós querer manter uma experiência em particular, independentemente de sermos pessoas públicas ou não.
Ao meu ver, o fato dele se referir aos índios denota também seu apreço e respeito pelo povo indígena. É Michael, mais uma vez, vendo todas as pessoas como IGUAIS.
Assim como vocês, o conhecimento dessa experiência que ele teve, em NADA muda em tudo o que sinto e penso sobre ele. Muito pelo contrário, só me faz vê-lo ainda mais com carinho, admiração, respeito e amor. Michael nunca prejudicou e/ou fez mal a ninguém, e uma experiência pessoal em absolutamente nada o diminui em caráter, honestidade e as muitas outras virtudes que ele possuía.
Lembro, também, que, nas invasões a Neverland e em suas outras propriedades, nas acusações hediondas que sofreu, sua intimidade foi totalmente violada, sua vida foi devassada em todos os sentidos e aspectos.
Um dos atos mais repugnantes e absurdos que fizeram foi pegar pedaços do colchão de sua cama para encontrar evidências que o ligassem a qualquer crime sexual que eles poderiam encontrar, tamanho era o desespero em incriminálo, acabar com a reputação e a vida dele.
Imagine você chegar em casa e encotrar seu quarto invadido por pelo menos 70 policiais, tudo ali ter sido revistado, suas coisas pessoais nas mãos dessas pessoas, a forma cruel que o trataram.
Todas as invasões foram feitas sem qualquer tipo de comunicado, incluindo, o teste de DNA que foi obrigado a fazer em uma das invasões a Neverland em dez de 2004, logo pela manhã, em que ele estava com seus filhos lá e esses viram a presença dessa gente odiosa em sua casa. Michael teve que chamar seus advogados em caráter de emergência, fato que os fez chegar ao rancho em um helicóptero. Após fazer o tal exame, se retirou do rancho com os filhos, para que esses não continuassem a presenciar os policiais ali.
Lembro, também, que Tom Sneddon fez todas as tentativas, sem sucesso, de ligar Michael a uso e tráfico de drogas. Nada conseguiu justamente porque Michael nunca foi um usuário regular de drogas ilícitas.
Com certeza absoluta, se houvesse qualquer ligação dele com uso de drogas, Tom Sneddon não teria desperdiçado a oportunidade de usar isso contra Michael. Seria um prato cheio para mais acusações contra ele.
Então, mediante todo o bem que ele fez às pessoas, todas as suas virtudes, e vendo todas as atrocidades e crueldades que fizeram a ele, o que importa se ele fumou maconha nesta ou naquela ocasião, não é mesmo?
Isso é ABSOLUTAMENTE IRRELEVNTE mediante tudo o que sabemos de seus sofrimentos - CALADO - todas as humilhações pelas quais ele foi submentido.
A invasão de Neverland pela polícia foi um ato extremamente vergonhoso, assim como vê-lo algemado, nas fotos. é de cortar o coração, mesmo. Tanto bandido solto por aí, eles foram se encarnar com o nosso anjo. Eu nunca vou perdoar essa quadrilha.. Diane Dimond, Sneddon, Bashir, Fiddes e cia.limitada.
ExcluirValeu Rosane, por ter sido honesta em relação a tradução integral da passagem "polêmica" do livro, afinal, pelo menos eu, só estou me baseando na tradução q vc gentilmente está nos oferecendo, pois n tenho a intenção de comprar o livro.
ResponderExcluirSobre a passagem, n posso esconder o meu desapontamento. N digo por um lado puritano, "oh, Michael era um santo!". N Michael era humano e tbm devia ter as suas teses sobre determinadas drogas, tais como álcool, medicamentos e agora, segundo o livro, a maconha.
Mas n vi benefício nenhum em o Frank divulgar isso. N duvido da veracidade do fato, o momento era péssimo, era um inferno emocional e Michael pode mesmo ter experimentado mas o fato é q isso n ajuda em nada a sua reputação. Nós q o amamos como um todo, vamos continuar o amando, isso n nos abalará, mas o livro n foi escrito apenas para os fãs, se o próprio Michael n queria q ninguém soubesse, tinha uma razão e deveria ter sido respeitada pelo Frank.
Como uma pessoa q é totalmente contra ao uso indiscriminado de qq tipo de droga, n posso aprovar o fato, mas como vc mesma disse, n há pq fazer uma celeuma ainda mais com o único argumento de q é mentira, pois o Michael n faria isso, como já li por aí, simplesmente pq n estávamos lá para saber.
Acho q o Frank nesse capítulo confirma q acabou desenvolvendo uma dependência do Michael q o afetou severamente.
Kiki, de fato, o livro está sendo traduzido de forma integral e nada está sendo omitido. E também entendi a tua posição, como fã.
Excluir...e a bebida de álcool que Michael consumia era o vinho... que sempre foi legalizado.
ExcluirEu disse aqui uma vez e vou repetir: esse foi o maior e mais descarado caso de buling que o mundo ja assistiu, e diga-se de passagem, assistiu de braços cruzados e muitos torcendo para ver Michael finalmente crucificado.
ResponderExcluirTo vendo que o negócio hoje ta pegando fogo!! rsrs
Bom, quanto ao cachimbo da paz, sou completamente contra, Michael ter experimentado não faz dele um ser desprezível, eu no lugar dele tinha chapado o coco, pois não aguentaria passar por tudo que ele passou sóbrea rsrs. Não vejo motivo para alarde, pois a maioria dos artistas usam drogas pesadas até, enquanto ele passou sua vida inteira tentando ser o mais correto possivel (ele era um ser humano e como tal tinha suas fraquezas, erros e acertos).
Acho que Frank está sim querendo mostrar Michael como ser humano que era e isso é bom, pois a gente tende a endeusar nossos ídolos e começamos a não admitir que eles façam coisas que nós mesmos faríamos.
This is it
Eu sabia que o tema de hoje seria polêmico, poix mexe com tabus. Ainda bem que estamos opinando com respeito, por aki.
ExcluirMas deixo claro que acredito que ninguém pode julgar Michael em nada, porque ele foi uma figura pública, da qual nunca se ouviu falar que tenha cometido a menor maldade contra alguém.
E isso é uma coisa rara, então, para mim, ele é o meu ser humano preferido neste mundo e sempre será.
Jamais, jamais irei julgá-lo por nada que tenha feito. Ele tem o meu profundo respeito.
Gostaria de deixar aqui um registro importante, que faz toda a diferença e coloca de uma vez por todas uma pedra sobre qualquer aspecto desabonador que possa gerar o fato de Michael Jackson, em algum período de sua vida, ter usado a maconha.
ResponderExcluirO juiz do caso de abuso infantil contra Michael, o sr. Rodney S. Melville, assumiu, em um programa de televisão, no ano de 2001, ter tido problemas com o alcolismo.
Eis aqui o resumo e o link para quem tiver interesse:
'(...) Ele reconheceu ter tomado sua primeira bebida durante uma viagem de escoteiro quando tinha 11 ou 12 anos e rapidamente começou um caso de amor destrutivo de 20 ANOS com álcool, incluindo beber e dirigir na escola, bebedeiras na faculdade e se entregar a ponto de desmaiar como um jovem advogado em Santa Maria na década de 1970.
"Eu consegui ter a minha primeira bebida em uma viagem de escoteiros quando alguns dos outros Escoteiros estavam bebendo, e nós fizemos bebida nos grupos da igreja, também", disse ele. "A primeira vez que tive uma bebida, eu soube imediatamente que eu gostava de álcool ... ela fez algo para mim que me fez sentir mais importante, uma pessoa melhor, mais aceitável para as pessoas com quem eu estava."
O ligeiro, juiz de cabelos grisalhos deu conta de seus problemas de álcool em uma série de televisão pública local, "Faces of Addiction", em 2001. Ele disse que passou horas a beber em bares depois do trabalho, racionalizando-a como uma forma de fazer amigos e construir sua prática de lei. Depois de acordar em uma manhã de 1978, sem nenhuma lembrança de beber na noite anterior, ele disse sobre o programa em uma voz trêmula: "Pareceu-me que eu era um alcoólatra."
Ele procurou ajuda de um conselheiro de abuso de álcool do condado, que o levou aos Alcoólicos Anônimos, cujas reuniões ele participou todos os dias durante três anos. Ele disse que não tinha tido uma bebida desde então.
Advogados e funcionários municipais que trabalharam com o juiz Melville disseram que sua experiência lhe deu um senso de compaixão para aqueles com problemas de abuso de substâncias. Ele foi fundamental na criação de um programa de desvio de droga no tribunal que é considerado um modelo em todo o estado, disse Susan J. Gionfriddo, o principal oficial de justiça para Santa Barbara County.
http://www.nytimes.com/2005/02/28/national/28jackson.html?pagewanted=print&position=
http://www.utsandiego.com/uniontrib/20050130/news_1n30judge.html
Cont..
ResponderExcluirEsse infeliz, juiz Melville, amigo de Tom Sneddon e que por diversas vezes complicou a vida de Michael Jackson durante o julgamento de 2005, quase lhe dando voz de prisão no que ficou conhecido como dia do pijama, saiu como herói de seus problemas com o alcolismo, como dito aí, por pelo menos duas décadas.
Evan Chandler sentou o próprio filho na cadeira para lhe dar amytal de sódio e o resultado disso todo mundo sabe qual foi.
Michael Jackson, que trabalhou sua vida toda, fez trabalho humanitário por décadas, merece todo o respeito, o carinho, a compreensão e o amor do mundo. Um episódio esporádico não pode, de forma alguma, macular toda uma vida. Ele não prejudicou a vida de ninguém fumando maconha.
Ele tem, portanto, meu TOTAL e IRRESTRITO amor e apoio. Nunca, jamais, em momento algum vou julgá- lo.
Michael, te amo prá sempre meu anjo!
Eu penso e sinto exatamente como vc, Wendy.
ExcluirAcho que as pessoas, e principalmente seus fãs, não devem nunca se esquecer o Bem que Michael representou para um mundo inteiro. ♥
ResponderExcluirOi Rosane,
ResponderExcluirConcordo absolutamente com tudo que você escreveu. Penso da mesma forma.
Bj,
Sidnea
Fiquei surpresa de ler esse capítulo, não conhecia esse fato que Michael tinha fumado maconha. Confesso que não fiquei feliz de saber disso, não pelo fato dele querer passar uma imagem para o público, muitos não entenderiam, Frank mesmo disse que ele não queria que ninguém soubesse disso e sim preocupação com ele, Michael, o ser humano, pois sabemos o que o uso continuado de drogas causam em uma pessoa, os efeitos físicos e psicológicos, é um mal que destrói vidas e famílias. Então espero sinceramente que ele tenha parado de usar como disse Frank. O perigo é o mesmo de se usar drogas ilícitas ou lícitas(no caso de Michael, o uso de remédios precritos), é a devastação que ela causa na pessoa quando se torna dependente. Nem sempre a pessoa tem o controle sobre isso, sabe a hora que deve parar. Agora se ele quis experimentar, quem sou eu pra julgá-lo ou a qualquer outra pessoa? Sem dúvida se eu estivesse perto dele a minha preocupação seria fazê-lo parar de usar, não só o uso da maconha como o de remédios prescritos. Porque apesar de ser usada pelo indíos, acredito que a usavam de forma equilibrada, acho que era cultural, o mal ocorre quando se perde o controle e se vicia!
ResponderExcluirOi Nadia..respondendo especificamente a tua dúvida, como vc viu, Frank cita
Excluir''em algumas poucas ocasiões, nas montanhas''
e mais adiante
''foi uma fase de curta duração, para nós dois.''
então, acredito que foi assim.
completando.. não creio que tenha sido um gesto de fraqueza de Michael, mas de curiosidade.. sobre como tal erva afetaria sua criatividade. Foi como eu compreendi.
ExcluirNa verdade não fiquei com dúvidas Rosane, afinal nas palavras do próprio Frank ele diz que "pelo meu conhecimento, esta foi a última vez que Michael fumou maconha". A questão maior é a interpretação de quem sabe disso, que é o julgamento de sua pessoa, muita gente se vicia, inclusive artistas(veja Lindsay Lohan) e grande parte do público e da mídia não estão preocupadas com elas, ao contrário, como se não bastasse ter que lidar com o próprio problema, ainda tem que enfrentar o massacre e a condenação dos outros, não estão preocupadas com elas como ser humano.
ExcluirMichael experimentou? Ok, graças a Deus parou e não se viciou. Mas muita gente que não sabia e agora estão sabendo, mentalmente já estão apontando o dedo, condenando-o, já para mim, o que importa é que foi apenas uma experiência e não se tornou dependente. Espero que tenha compreendido o que quis dizer!
Também acho que foi mais curiosidade ele ter experimentado, naquela passagem que Frank fala do Barry Gibb compor músicas enquanto fumava, bem cada um tem sua experiência, acho que ele ficou curioso e quis saber como era!
ExcluirSim Nadia, compreendi vc.
ExcluirRosane tem mais uma coisa sobre o assunto que gostaria de falar, até para trocar ideias e opiniões. Michael gostaria que ninguém soubesse disso e acho que ele tem razão do público não ter conhecimento. Acho que ele não estaria dando um bom exemplo(talvez ele estivesse pensando nisso ao falar com Frank)e levando em conta ele ser uma pessoa mundialmente conhecida, o alcance que sua arte tem, onde atinge pessoas de todas as idades, inclusive jovens e crianças e todo seu trabalho humanitário realizado, fundações filantrópicas, é de certa forma uma responsabilidade que ele carrega. As pessoas o imitam, simplesmente o amam. Digo isso não porque ele tem que ser perfeito, não deva viver sua vida, a questão como já disse antes, é que as drogas é um perigo, não faz bem a ninguém e isso vir a público creio que agir assim, está agindo de forma irresponsável. Acho que Frank poderia ter omitido o fato, lembrando que o próprio Michael não queria que soubessem! Abraços!
ResponderExcluirEntão, Nádia.. poderia ter omitido, sim. Mas como não foi feito, faz parte do conteúdo do livro e aqui está publicado, neste blog, na integra.
ExcluirAs pessoas precisam ter maturidade para analisar a situação, os envolvidos e os motivos.
Existem milhões de pessoas dependentes de drogas pesadíssimas no mundo, e não podemos atribuir nenhum desses casos a Michael Jackson.
Quem quiser usar qualquer tipo de droga, não precisa usar Michael como desculpa, e um cigarro de maconha soa 'quase' romântico, perto do que se vê pelas ruas.
Realmente Rosane foi uma escolha do Frank falar desse fato no seu livro. E provavelmente nem teríamos sabido se não tivesse acontecido o 25/06. Mas tivemos conhecimento desse episódio e se ele falou para Frank que não gostaria que as pessoas soubessem disso, ele está sendo responsável, ele sabia que era uma coisa ruim então para mim ele estava demonstrando preocupação com seus fãs e como é uma coisa que sempre condenou, então acredito que ele não queria servir de mau exemplo e influenciar negativamente. Estou tentando entender o que ele disse para Frank na época e sinceramente eu me decepcionaria muito se ele não tivesse esse pensamento, para mim ele estava demonstrando preocupação e cuidado com seu público!
ExcluirEntão.. é o Mike que a gente conhece. Nada mudou.
ResponderExcluirThis is it! Você entendeu meu ponto de vista Rosane, boa noite e abraços!
ResponderExcluirAgora entendi pq alguns fãs americanos estão contra o livro..Frank conta detalhes..e mostra o Michael humano, o homem, q foi cpaz de passar por tudo, experimentar, ousar, ele mostra o lado q nenhum fã ou admirador jamais conheceu..muitos preferem o Michael Jackson super star, nosso ídolo, nosso Rei..eu, particularmente , estou adorando, estou amando conhecer esse lado e saber q ele foi real, foi humano, passou por momentos q qqer um de nós passaria e claro, não queria q fosse divulgado..justamente pelo q vcs comentaram acima..pelo ex. q ele passava..pq era imitado..porisso o livro é polêmico...Não julgo o Michael..por tdo q ele passou..nossa..as vezs por muito menos..a gente já surta...concordo com os comentarios de vcs..
ResponderExcluirSim, Missyou.. vamos deixar Michael ser ''humano''. Ele não precisa provar mais nada para nós, seus fãs.
ExcluirEntendo o seu posicionamento Nádia e concordo plenamente com ele.
ResponderExcluirAcho q uma pessoa n concordar com determinada atitude n acarreta no julgamento de outra e nem no seu demérito, são coisas bem estanques. Se trata de não ver as atitudes do outro por um ângulo estritamente permissivo, tentando justificar tudo q se faz.
As pessoas são livres para concordar ou n com determinada ação (q nem sabemos se de fato ocorreu) sem q com isso retire do ídolo as características humanas. É uma questão de liberdade de pensamento, q aliás tbm é inerente a condição humana.