Remember The Time: Protecting Michael Jackson


Javon: ''Quando era um aniversário, nós seguíamos a mesma rotina. Nós providenciávamos para que a FAO Schwarz fechasse, a fim de que eles pudessem fazer compras sem ser incomodados.

Em seguida, os levávamos para um almoço especial de aniversário. Comida chinesa, a maior parte do tempo. O restaurante Wing Lei no hotel Wynn, que era um de seus favoritos; havia uma sala privativa na parte de trás que eles reservavam para Sr. Jackson quando ele viesse.

Após o almoço, ele alugava uma sala de cinema para as crianças poder ir ver um filme. E enquanto eles estavam fora, na loja de brinquedos e no cinema, a casa estava sendo decorada. Eles voltam e... "Surpresa!" Teríamos o mágico, o palhaço com os balões, o algodão doce. Todo o local era decorado para uma festa.''

Bill: ''E não haveria ninguém lá. Não havia outros convidados, nem outras crianças. Eram apenas os palhaços, Sr. Jackson, eu e Javon, por vezes, a professora ou a babá. As crianças não tinham nenhum amigo.''

Javon: ''A única pessoa que já estava lá era Miko, o filho de Marlon Brando; eles eram amigáveis porque Sr. Jackson e Marlon Brando eram íntimos. Algumas vezes, Miko e seus filhos vinham para comemorar, mas geralmente seria apenas nós.''

Bill: ''Era difícil testemunhar, difícil de aceitar: ninguém chegava, tocava a campainha, trazendo presentes. Nenhum tio ou tia famosos, ligando para dizer ''feliz aniversário''. Não importava se era aniversários das crianças, o seu aniversário, Ação de Graças, 04 de Julho... não havia nada, ninguém. Éramos apenas nós. Você meio que se acostumava com isso.''

Javon: ''Às vezes, a gente se sente triste sobre como eles eram tão isolados, mas estavam sempre tão felizes só de estar juntos. Quando Sr. Jackson tinha que deixar as crianças em casa para uma reunião de negócios, eles sempre vinham à porta em grupo, para vê-lo sair. Eles o seguiam até o carro e cada um deles dizia: ''Eu te amo, papai" e ele dizia: "Eu te amo mais."

Esse era o seu pequeno ritual, toda vez que ele saía de casa. E quando ele chegava em casa, não importava se ele se ausentasse por duas horas ou 20 minutos, eles corriam para encontrá-lo, gritando: "Papai papai! Papai!"

Bill: ''Eles eram como esta pequena unidade, apenas eles quatro. Tudo o que tinham era um ao outro.''

Extraído do livro Remember The Time: Protecting Michael Jackson in His Finals Days escrito por Bill Whitfield e Javon Beard - ex-guarda-costas de Michael Jackson.

Fonte: http://www.bangaloremirror.com/columns/sunday-read/If-MJ-were-alive-this-book-would-not-have-been-written/articleshow/36561930.cms

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