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| Michael e Jackie |
Ao lado de Elizabeth Taylor, a mulher que Michael mais admirava era Jackie. Isso ficou evidente em 1977, quando ele visitou o apartamento do repórter do New York Daily, Bob Weiner.
Enquanto Weiner preparava uma prometida refeição caseira para Jackson, Michael sentiu-se à vontade para olhar os livros, fotografias, fitas e bugigangas na bagunça do apartamento de Weiner.
De repente, Michael soltou um grito horrorizado e seu anfitrião veio correndo da cozinha. Michael estava olhando para um calendário que continha uma das fotos nuas de Jackie, tirada na ilha de Skorpios.
"Oh... ", disse Michael, ferido com a visão de Jackie com topless, "...por que ela posaria para essas fotos?"
"Uma vez que não é todo dia que me deparo com um milionário de 18 anos de idade com a inocência intacta", Weiner lembrou, "eu expliquei a ele gentilmente que as fotografias foram tiradas sem o conhecimento da Sra. Onassis. Ele respirou aliviado."
Christopher Andersen (Em seu livro Jackie After Jack. Portrait of the Lady.)
Fonte: UK Loves MJ

Michael era tão fofo e inocente ao mesmo tempo, acho que ele ficou assustado não por ver uma foto de uma mulher nua e sim porque essa mulher era a sra onassis.
ResponderExcluirSim, Lais, ele admirava essa mulher e pensar que ela posaria nua por vontade própria lhe passaria uma imagem vulgar. As tais fotos foram obra de um papparazzi da época. Ele as vendeu à uma revista e criou tumulto dentro da familia dos Onassis.
ExcluirBoa noite amiga...
ResponderExcluirNão sabia destas fotos e nem de que Michael havia ficado sabendo.
No caso dela, não foi voluntário.
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Boa noite, amiga! Eu já sabia sobre o tal calendário, mas o que eu soube agora é que essa história foi um prato cheio para a sogra da Jackie, que não gostava dela. Papparazzi é fogo, não é?
ExcluirÉ verdade amiga. Complicado isso, naquela época esses paparazzis já eram bem invasivos.
ExcluirCom a lady Di o auge começou e perdeu total controle.
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ExcluirEstou querendo comprar uma biografia do Michael. Soube da escrita por Christopher Andersen. Ela é boa? Alguém aqui a recomendaria? Existe alguma outra que cubra inclusive os últimos dias do Rei? Obrigado e parabéns pelo blog.
ResponderExcluirOlá! Eu não tenho nenhum livro deste autor para dar a vc uma referência, tomei conhecimento apenas dessa passagem acima publicada em outra biografia e achei inofensiva, por isso, a publiquei. Não julgo que a biografia que ele escreveu sobre Michael mereça crédito. :)
ExcluirObrigada pelos cumprimentos, e por acompanhar o blog!
ExcluirSe puder, será que poderia me enviar uma mensagem para o e-mail, letraseeartes@gmail.com, pois o Lendo e-maginando, creio, não está mais ativo. Obrigado.
ResponderExcluirEstou respondendo aqui pela página mesmo, tá?
ExcluirPesquisando, encontrei isto:
ResponderExcluir"Cuidado com as armadilhas...
Antes de tudo, é preciso ressaltar que o autor Christopher Andersen vem da imprensa de fofoca - dos tabloides -, e não dos cadernos musicais. As biografias de sua autoria se apóiam em escândalos pessoais. Foi assim com seus livros sobre Mick Jagger, Madonna e principalmente sobre Michael Jackson. É aquilo: todo mundo fala o que quer, ninguém prova nada e fica tudo por isso mesmo. Sempre os mesmos truques para vender livros: "aqui está tudo que fulano não queria ver publicado".
O texto de Andersen mascara diversas armadilhas. Em "Michael Jackson - Uma Biografia Não Autorizada", o autor manipula informações a partir de entrevistas com fontes duvidosas para justificar seu julgamento pessoal sobre Michael Jackson. O retrato é bastante parcial: favorece as fontes "avessas" ao cantor, simplesmente omitindo o outro lado da história. Num tom moralista e jocoso, o leitor é induzido a pensar Michael Jackson a partir das intenções pré-estabelecidas do biógrafo. Descamba fácil para a baixaria.
Vale lembrar que o livro foi publicado no ranço do frenesi das primeiras acusações de pedofilia sofridas por Michael, entre 1993 e 1994. Foi um prato cheio para a imprensa marrom: todos deitaram e rolaram, ganharam muito dinheiro em cima - só Michael Jackson perdeu. Cristopher Andersen foi um dos espertos da vez: apostou no escândalo e saiu lucrando em cima de quem absorve qualquer coisa sem questionar.
Disse o renomado jornalista Gay Talese, na FLIP 2009: "A imprensa americana matou Michael Jackson. Ele morreu difamado antes de ter morrido. Foi condenado pela mídia antes do julgamento oficial, que o absolveu (...). Agora que está morto todos se lamentam, como se sua morte fosse uma tragédia nacional. Mas ele já era uma tragédia nacional todos esses anos e ninguém o ajudou". Todo jornalismo precisa ler lido com cuidado, principalmente as biografias. Outro sábio era Lester Bangs, que há muito tempo entendeu: "Os ídolos são feitos para serem destruídos". Christopher Andersen faz fama com esse tipo de trabalho sujo".
Fonte: http://www.skoob.com.br/livro/resenhas/19262/mais-gostaram
As obras de Adrian Grant são confiáveis, e eu não colocaria a mão no fogo por nenhuma biografia escrita após a passagem de Michael, incluindo o livro de Randy Tarraborelli. Eu recomendo a leitura dos livros MY FRIEND MICHAEL escrito por Frank Cascio e YOU ARE NOT ALONE escrito por Jermaine Jackson, seus conteúdos foram traduzidos por mim e se encontram na lateral desta página,
ExcluirPor favor, veja no link abaixo como é digno e favorável o livro do Adrian Grant
http://cartasparamichael.blogspot.com.br/2013/11/michael-jackson-visual-documentary.html
♥♥♥
[eu tenho essa publicação, em casa.]
ExcluirCompletando... eu julgo dignos de confiança todos os livros cujas traduções eu publiquei aqui no blog. Abraço!
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