My Friend Michael (41)


'Alguns meses se passaram, desde que recebi uma carta me dizendo para não entrar em contato com Michael. Mas em novembro de 2002, cheguei a Los Angeles para me encontrar com o produtor Marc Schaffel, a fim de discutir um dos meus projetos.

Naquela época, apesar da carta, eu tinha colaborado (na organização) a fim de Michael receber um prêmio Bambi por Artista Pop do Milênio na Alemanha, e Marc estava criando uma montagem de vídeo para a canção What More Can I Give.

Michael sabia que iria sair em breve para a Europa, assim eu o chamei e disse: "Michael, eu estou em Los Angeles, eu adoraria vê-lo." Ele me convidou para Neverland, onde eu ainda tinha um quarto e um escritório cheio de roupas e papéis e Deus sabe mais o quê.

Tinha se passado um tempo desde que eu tinha visto Michael e eu estava ansioso para a visita, mas eu trouxe comigo a carta que tinha recebido de Brian Wolf, e ela queimava no meu bolso. Depois que eu cheguei em Neverland e fui escoltado para a biblioteca, Michael entrou na sala e demos um ao outro um grande abraço.

Nós dois estávamos felizes. Michael estava gostando de algum tempo de inatividade. Ele parecia transparente e descontraído, e eu esperava que a desconfiança e a raiva que haviam cercado o lançamento de Invincible, ficassem finalmente para trás.

Michael me agradeceu pela organização do Bambi, e depois de falarmos um pouco sobre nossas vidas, eu tenho o que foi, para mim, o 'elefante na sala'.

'Eu tenho que ser honesto com você. Estou muito chateado e decepcionado com algo. Por que você me enviou esta carta?'

Eu a entreguei a ele. Ele a leu. Enquanto lia, seus olhos se arregalaram.

'Frank, eu não lhe enviei esta carta.'  afirmou, com naturalidade. Se eu tive qualquer suspeita de que ele estava disfarçando, ela se dissipou pelo o que ele fez em seguida. Ele pegou o telefone e ligou para Karen.

'Por que alguém iria enviar uma carta a Frank sem minha permissão?' ele perguntou. 'Peça para Brian Wolf me ligar imediatamente.'

Karen não tinha sido citada na carta. Era a primeira vez que ela ouvia falar sobre isto, e ela era contato central de Michael, a pessoa que sempre era chamada, quando ele queria que algo fosse executado imediatamente.

Michael estava claramente falando a verdade: ele nunca tinha visto a carta antes. Com o telefone ainda na mão, ele disse: 'Seus pais sabem sobre isso?'

'Sim, eu disse a eles.'

Ele imediatamente ligou para meu pai e disse: 'Eu não tinha ideia de que esta carta havia sido enviada para Frank. Não autorizei isso, e eu realmente sinto muito que aconteceu.'

Desde que eu tinha recebido a carta, eu não sabia onde eu estava com Michael. Agora, depois de ver sua reação, eu dei um enorme suspiro de alívio. Estávamos de volta ao normal.

Ainda assim, ficou mais claro para mim que eu tinha feito alguns inimigos poderosos dentro da organização, que estavam agindo contra mim, e enquanto isso era evidente para Michael, também, que ele não estava prestes a demitir alguém por causa disto.

Claro, eu pensei que a carta era motivo para demissão, mas ao longo dos anos, houve muitas coisas que eu achava que ele deveria fazer, e se minhas experiências passadas me ensinaram alguma coisa, foi que Michael tomava suas próprias decisões. Então eu respirei fundo e deixar o assunto morrer.

Isto provou ser mais fácil do que eu esperava, porque eu estava morrendo de vontade de ver o novo bebê, Blanket. Eu não podia acreditar que ele já estava com oito meses de idade. Michael me levou até o berço, o berço que Prince e Paris tinha usado antes de se mudarem para seu próprio quarto, no mesmo andar.

Blanket estava dormindo e, enquanto Michael e eu olhávamos para ele, eu podia ver que ele era tão adorável como Prince e Paris tinham sido, nessa idade. Conforme eu olhava para Michael, o olhar que eu vi em seu rosto tornou aparente que os oito meses desde o nascimento de Blanket, tinham feito pouco para diminuir o seu entusiasmo pela paternidade.

De volta à biblioteca, Michael casualmente mencionou duas pessoas que, à nossa revelia, logo lhe causariam danos incalculáveis. O primeiro foi um homem chamado Martin Bashir, que, como Michael me disse naquele dia, estava filmando um documentário sobre ele.

Outro amigo de Michael, Uri Geller, um vidente que ficou famoso por sua habilidade de entortar colheres com a mente, tinha proposto a idéia a Michael, dizendo-lhe que fazer uma entrevista com um jornalista respeitado como Bashir iria ajudar as pessoas a entendê-lo e, assim, revolucionar a sua imagem.

Michael ficou particularmente impressionado quando Uri disse-lhe que a princesa Diana tinha feito uma entrevista com Bashir. Nos próximos anos, muitas pessoas, inclusive eu, iriam questionar todos os aspectos da decisão de Michael para participar no documentário de Martin Bashir.

Sinceramente, eu não sei as conversas exatas que convenceram Michael a ir em frente com o documentário, mas com base em como Michael falou sobre isso comigo, eu imagino que Uri e Bashir apelaram para o seu ego, dizendo:

'Michael, olhe para todas estas outras pessoas que já foram entrevistadas. Você é o Rei do Pop. O mundo conhece a sua música. Ele deve conhecê-lo. Sua vida é fascinante e esclarecedora.'

Embora ele possa ter sido cético, esse tipo de recurso teria tido um efeito sobre ele. Além disso, não é difícil para mim ver Michael na esperança de que o documentário colocasse fim ao Wacko Jacko, com o qual a imprensa o tinha atormentado, por tanto tempo.

Afinal de contas, eu posso imaginá-lo pensando que as pessoas tinham respondido tão bem ao discurso auto-revelador que ele fez na Universidade de Oxford, talvez, permitindo-se abrir novamente, um público maior o veria e entenderia quem ele realmente era.

'Você tem certeza disso?' Eu perguntei a ele, nem mesmo tentando esconder meu mal-estar.

Michael estava acostumado com a minha cautela.

'Sim, Frank' disse ele. 'Eu tenho tudo sob controle. Ele não pode liberar nada sem a minha aprovação.'

Ouvir essas palavras me fizeram sentir um pouco tranqüilo. Ele tinha dado a Bashir, que o acompanharia ao Prêmio Bambi, uma grande quantidade de acesso, mas pelo menos Michael seria capaz de aprovar o produto final. Afinal, se ele próprio tinha a palavra final, como ele poderia ser mal interpretado?

'Frank, você sabe o que você perdeu?' Michael perguntou, afastando-me de minhas dúvidas sobre as intenções de Bashir. 'Gavin esteve no rancho um par de dias atrás.'

O Gavin a quem ele se referia era alguém em quem eu não pensava há algum bom tempo. Em 2000, quando Gavin Arvizo tinha dez anos, ele foi diagnosticado com câncer. Michael tinha ouvido falar do seu caso e arranjou uma unidade de sangue para ele.

Em resposta, Gavin expressou seu desejo de conhecer Michael, então Michael o convidou para Neverland em várias ocasiões durante o ano. Na época, o menino andava com muletas e estava enfraquecido por causa da quimioterapia.

Michael tentou ajudá-lo, dando-lhe afirmações positivas para ler todos os dias. Ele encorajou-o a combater o câncer, prometendo-lhe mais visitas ao rancho, se ele pudesse lidar com a viagem. Além do apoio moral, Michael também deu apoio financeiro para Gavin e sua família.

Gavin era apenas uma das muitas crianças que Michael tentou ajudar, e enquanto a maioria dos pais das crianças era extremamente gentil e agradecida por seus esforços, os pais de Gavin me davam arrepios, desde o primeiro dia.

Inicialmente, eu não poderia apontar o dedo sobre nada específico, mas era apenas uma intuição. Em seguida, no entanto, em uma das primeiras visitas da família, David, o pai, pediu-me dinheiro para comprar um carro. Embora tivessem ido para Neverland apenas um par de vezes, Michael já tinha feito muito pela família, e eu sabia que distribuir dinheiro era um negócio muito complicado.

'Nós não vamos lhe dar dinheiro', disse eu 'mas eu vou falar com Michael para saber se há um carro extra, podemos emprestá-lo.'

Após ele sair, nós realmente encontramos um - Michael deu à família um caminhão beatup que não estava sendo utilizado. Mas esse fato que eu testemunhei com David já era uma grande bandeira vermelha. Depois de tudo o que Michael tinha passado com a família de Chandler, eu estava sempre atento à famílias que quisessem explorá-lo.

No ano seguinte, 2001, Michael esteve ocupado com Invincible, e como resultado, ele manteve distância da família Arvizo.

Quando estávamos trabalhando no álbum em Nova York, Gavin fez esforços consideráveis ​​para alcançar Michael, me chamando, chamando a segurança, e persistindo, até que, finalmente, Michael pegou a ligação. Nós colocamos o telefone no viva-voz e, conforme Michael e Gavin conversavam, poderíamos ouvir a mãe sussurrando, ao fundo.

'Diga a ele que quer vê-lo' ela sussurrou. 'Diga ...Você é a nossa família. Sentimos falta do nosso pai.... 

Gavin repetia as palavras de sua mãe.

Nesta altura, reiterei minhas ansiedades sobre os Arvizo, dizendo a Michael, em termos inequívocos: 'Eu não quero ter nada a ver com esta família.'

Michael concordou comigo, mas me senti mal por Gavin e seus irmãos. 'Seja agradável', ele respondeu com um gesto de sua mão. 'É tão triste. Os pais estragam tudo. Pobre Gavin, é um garoto inocente.'

Dada a sua experiência com Jordy Chandler, Michael e eu estávamos cautelosos sobre os perigos em manter contato com uma família, posar com ela. Mas ao mesmo tempo Gavin estava a uma distância segura, e para Michael, era difícil se recusar a atender o telefonema de um garoto que dizia amá-lo e necessitar dele. Ele não viu que mal poderia vir dele.

Ao longo de 2001 e 2002, eu não tinha ouvido se mencionar o nome de Gavin, e, tanto quanto eu poderia dizer, Michael não tinha visto a família de novo, até agora. Quando soube que Gavin, que agora tinha 13, tinha estado recentemente no rancho, meu ceticismo imediatamente veio à tona.

'Então, eu não perdi muito...' eu disse.

'Vamos, Frank', Michael disse, ecoando as palavras de dois anos antes. 'Ele é um menino doce. Não culpe Gavin pelas faltas de seus pais.'

'Sim, você está certo' eu disse, a contragosto.

Eu concordei com ele, em princípio, mas Jordy também havia sido vítima de segundas intenções dos pais. A semelhança não estava perdida em mim. Na tentativa de convencer-me das boas intenções de Gavin, Michael explicou que o menino havia feito, até mesmo, uma entrevista com ele para Bashir, em que ele disse, frente à câmera, o quanto Michael o havia ajudado.

Ótimo!' eu disse, genuinamente satisfeito pelas palavras de Michael. 'Todos devem saber o quanto você ajuda as pessoas, em todo o mundo.'

Desconfiado como eu estava dos Arvizos em geral, a aparência do vídeo soou bem para mim, uma vez que novamente Michael aprovou o produto final.

Desde que Michael tinha apoiado tanto a Gavin e sua família, não parecia haver nada de errado com Gavin dizer isso na frente das câmeras. Se Michael tinha gostado do que ouviu, que mal poderia fazer? Famosas últimas palavras.'

20 comentários:

  1. Michael devia ter sondado essas pessoas que prejudicam Frank, tinha que cortar o mal pela raiz. Bem parece que estamos chegando ao momento temido que é sobre o documentário Bashir e que deu início a segunda acusação. Momentos de tensão pela frente...

    ResponderExcluir
  2. Olha que bonitinho... as três crianças usaram o mesmo berço. Achei lindinho ele ter feito isso, muito fofo. Isso certamente não é atitude de quem é um milionário gastão, mas de um superpai.
    Ele poderia ter comprado um berço para cada um que nascesse, mas não, deixou o mesmo berço ali para cada um de seus filhos que nascessem.

    ResponderExcluir
  3. Com relação a carta, seria, sim, motivo de demissão. Mas não é tão simples em se tratando da bolha que havia se formado em torno de Michael, com processos e tudo o mais.
    Não é simplesmente chegar e demitir esta ou aquela pessoa. Se fosse assim, ele não teria problemas como teve.
    No caso de Michael era tudo muito mais complexo e se alguém como Frank Cascio recebe esse tipo de carta, imagine com Michael, as pessoas manuseando suas finanças, tomando decisões que muitas vezes não era levado ao seu conhecimento, ele nas mãos de toda essa gente.
    Um dos maiores exemplos foi Bob Jones que fez o que fez com Michael, mesmo não tendo sido demitido diretamente por ele. Michael não teve culpa em sua demissão.
    Imagine demitir alguém que manda uma carta dessas.

    Esse Marc Schaffel era outro sanguessuga e, de acordo com as transcrições do julgamento de Michael, um dos vídeos que ele fez para refutar o doc Bashir, até um dos detetives de Tom Sneddon Stevie Robel, teve acesso ao material e, pasme, recebeu dinheiro!
    Ou seja, Michael fez um filme em sua defesa e uma das pessoas que ele PAGOU para fazer isso, SEM SABER, foi esse agente de Sneddon, S. Robel, um dos homens mais sujos que estavam trabalhando prá Sneddon.
    Debbie Rowe, enquanto estava brigando com Michael pelos seus "direitos" de mãe, deu acesso, PERMITIU que policiais fizessem escutas de suas ligações telefônicas com membros da equipe de Michael, pois, segundo ela, não estava conseguindo falar com Michael.
    Uma das conexões dela era justamente Marc Schaffel que conheceu Michael através de Arnold Klein. Foi lá que ela o conheceu.
    Esse mesmo Marc Schaffel processou Michael antes e depois do julgamento.

    ResponderExcluir
  4. cont...
    Aquele tal vídeo de refutação ao doc Bashir foi outra farra às custas de Michael.
    Uri Geller, aproveitando-se de uma hipnose em Michael para saber se ele era pedófilo, para depois encomendar Bashir para Michael, com todas as promessas que fizeram a ele para convencê-lo a fazer o doc.
    Michael assinou um contrato com Bashir e o infame fabricou mais um contrato, forjando a assinatura de Michael. Existiu, assim, DOIS contratos para o doc Bashir.

    Agora eu pergunto: como é que Michael Jackson
    iria saber de tudo o que faziam nas costas dele?
    Cadê a honestidade, o caráter das pessoas?
    Como ele iria saber que a mulher que gerou seus filhos, permitiu acesso a escutas telefônicas e investigou por conta própria o caso Arvizo?
    Como iria saber que um paranormal fez hipnose nele com outras intenções?
    Que Bashir iria fabricar outro contrato com assinatura forjada?
    Fora o resto que ele não sabia.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Muita coisa não se sabia Wendy, você está certa, as coisas não são tão simples pela complexidade dos negócios de Michael, mas lá dentro acontecia coisas muito graves e afinal se trata do seu patrimônio, de tudo que ele construiu ao longo de sua vida, o que fazer para ter o controle de suas finanças? Acho que isso deve ter sido fonte de stress para ele!

      Excluir
  5. Também achei fofa a história do berço. é por causa do valor afetivo que Michael sempre deu para a paternidade, à unidade familiar.

    (quando ao bashir, eu o desprezo tanto quanto ao capeta tom sneddon.)

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Ai achei tão lindinho... Só ele mesmo, especial em tudo. ♥

      Excluir
  6. Tudo que leio sobre essa familia de Cobra (Arvizo)sempre no final alguem diz que pediam dinheiro. O que esse povo tanto fazia com dinheiro? Pois pelo que sei, nao gataram um centavo com a doença do menino. Tava tão na cara que eles queriam apenas sugar Michael, que muitos perceberam de início.
    É isso que me parte o coração: Michael na melhor das inteenções e os filhos da P#%$@ fazendo o que fizeram. Que Deus os perdoe!!! porque eu não consigo.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Vc me fez lembrar de uma frase que eu li, dizia assim: se Cristo voltasse hoje a Terra, seria novamente crucificado.

      Michael não era Cristo, mas foi crucificado pela midia e pela opinião pública, por fazer o Bem. Ele nunca prejudicou a ninguém.

      Excluir
  7. E se formos ver a cronologia de Michael no período de 96 a 2002, teve turnê History, em que Michael ficou fora dos EUA, paternidade em 97 e 98, o curta Gosts, as atividades na caridade, o processo criativo e a produção do álbum Invincible, paternidade em 2002, dentre tantas outras atividades que o ocupavam.
    A vida muda depois de se ter filhos, e Michael se tornou um homem muito mais maduro, vide o lindo discurso de Oxford.
    Enquanto ele se dedicava a tudo isso, os sanguessugas aproveitavam.
    Ele não poderia, sendo alguém tão ocupado pessoal e profissionalmente, fazer papel de babá de marmanjos, de invesstigador particular e muito menos se debruçar em livros contábeis e demais papéis para saber o que cada um de seus funcionários estavam fazendo. Precisava ter em quem confiasse.
    A parte dele ele estava fazendo, cabia aos demais - pelo menos a maioria - fazer aquilo que era de sua competência fazer.
    Se ele se ocupasse em supervisionar o que tantas pessoas estavam fazendo, ficaria o dia inteiro fazendo isso, não faria outra coisa.
    Complexo.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Ele teria que ter pessoas ou grupos de pessoas
      de confiança para administrar ou então ficaria naquela em que teria que ter sempre uma pessoa para supervisionar outra e mais outra para saber se estão fazendo direito o dever de casa...complicado!

      Excluir
    2. Se voltarmos à parte 27 do livro, dá para ver, através da insatisfação que Michael demonstrou sobre a forma com que Neverland estava sendo mal cuidada, assim devia ser também com seus negócios e finanças.
      São muitas pessoas envolvidas. Situação delicada.

      Excluir
    3. Exatamente Wendy, me lembrei dessa parte que li falando de Neverland, se lá estava assim, imagine então como estava o restante!

      Excluir
  8. miuito fofa a historia do bercinhoo..só ele mesmo..♥..e bashir..uri geller..arvisos..arghhh..nem sabia da hipnose q Wendy comentou acima, q viboras...:/

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. sim, missyou. Uri Geller cita, em um documentário, que aproveitou uma hipnose em Michael para lhe perguntar se ele realmente não havia prejudicado nenhuma criança.
      Ao qual o Michael, respondeu, (em hipnose) 'Nunca.. eu jamais faria mal a uma criança!'

      Excluir
    2. mas o Uri cita isso no documentário no sentido de querer dar mais uma prova da inocência de Michael, mas pegou muito mal para ele (Uri) por não ter confiado em seu amigo.

      Excluir
  9. Ele perguntou pro Michael em seguida, durante a hipnose, por que Michael havia pago o tal acordo em 93 e Michael deu a mesmíssima resposta: que ele queria seguir com a sua vida, é a mesma que ele falou sempre.
    Depois que o Michael foi preso, naquele 18 de novembro de 2003, Uri Geller deu uma entrevista desastrosa para a MTV e falou que Michael não estava bem e que ele - Uri - o havia alertado de que ainda seria preso.
    Ou seja, ao invés dele defender Michael, pois ainda mais lenha na fogueira. Já não basta o que ele fez, jogando Michael naquele doc Bashir, ter recebido dinheiro - especula-se que foi em torno de US$ 200.000 para conseguir a entrevista com Michael - falou como se não tivesse nada a ver com o que estava acontecendo.
    Foi no Larry King - outro fofoqueiro - "defender" Michael, mas ficar falando em microfone enquanto o circo pega fogo do outro lado é fácil, né?
    Se não tivesse culpa no cartório, teria procurado Michael logo depois desse documentário Bashir e feito o máximo que podia para ajudá-lo, inclusive sendo testemunha de defesa de Michael no julgamento de 2005.
    Por que não fez isso? Só podia ser porque tinha rabo preso com Bashir. Se fosse realmente amigo de Michael, não precisaria ter recebido dinheiro para conseguir um documentário.
    Bom, esse Uri Geller tem história prá contar e não se aproximou de Michael por um mero acaso.
    Prá mim, ele e o rabino são farinha do mesmo saco, dois aproveitadores que se aproximaram de Michael para obeter vantagens pessoais.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Esse negócio de receber dinheiro pra arranjar entrevista se chama proprina, né? Coisa feia!

      Excluir
  10. Adoro toda dedicação e amor que vcs amigas tem pelo Michael,é lindo de se ver.Bjss!

    ResponderExcluir
:) :( ;) :D :-/ :P :-O X( :7 B-) :-S :(( :)) :| :-B ~X( L-) (:| =D7 @-) :-w 7:P \m/ :-q :-bd

*Bem-vindos, Moonwalkers! Este é um espaço de amor à memória de Michael Jackson. Os comentários são moderados e estarão visíveis tão logo eu esteja on-line. [Rosane, admin. do blog]