Na frequência do amor


''Michael abraçou as pessoas de todas as fés e de todas as culturas do mundo. Ele viu o Divino no transcendental e a Divindade no humano. Ele viu essa luz especial, sem adulteração e sem alteração, no coração das crianças.

Despojado pelo mundo cínico e exigente, ele viu a inocência, o amor incondicional, a fé inabalável e a confiança cativante que as crianças operam como chaves para transformar o mundo. Ele as amava e ressoava com elas porque pertencia a elas e via o mundo através desses olhos transcendentais. Ele via o mundo não como era e é, mas como uma tela em branco para o que é possível.


Ele amava as "coisas elementares" porque é aí que Deus se esconde. Michael não é a primeira pessoa neste planeta a ver que "ser como uma criança" é uma resposta aos problemas da humanidade e da condição humana. Ele se identificava com elas. Ele era uma de suas fileiras. Ele sabia que "uma criança os guiará".

Apesar da doutrinação, das repreensões, admoestações, insultos e ataques, Michael manteve aquela freqüência vibracional de amor e inocência que a criança inflexível conhece; Ele encarnou isso.''

Rev. Barbara Kaufmann (educadora, escritora e ativista)

Fonte: http://www.innermichael.com

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