O dia era 20 de Maio de 2003: Michael Jackson chegou a Indianápolis para um depoimento. O processo? Uma disputa sobre um contrato assinado em 1967 – quando ele tinha apenas nove anos. Gordon Keith, que havia contratado os Jackson 5 para sua gravadora Steeltown Records, alegava que os irmãos haviam infringido os direitos autorais do nome da banda Ripples & Waves e que lhe deviam créditos por um álbum de 1996.
Nesse dia, Michael foi às compras no shopping Circle Centre e deu autógrafos. Seus advogados haviam pedido ao juiz que o deixasse manter um perfil discreto. Horas antes do depoimento agendado, ele foi hospitalizado por um curto período. Estava fraco, tonto e desidratado.
Seu advogado, Brian Oxman, explicou: "Ele não gosta de processos judiciais e se sente mal por ter que lidar com as ações que as pessoas parecem acumular sobre ele."
Ele acrescentou que Jackson às vezes fica tão nervoso que se esquece de comer. Apesar das alegações de que ele estaria fingindo a doença, o atestado médico convenceu o tribunal. Michael recebeu alta após algumas horas e voltou para Los Angeles. O juiz Philip Simon ordenou que ele retornasse em três semanas, sob pena de multa de US$ 1.000 por dia.
Ele retornou em 11 de junho de 2003 e prestou depoimento. Em seguida, visitou a casa onde passou a infância em Gary, Indiana. O resultado? Um juiz federal posteriormente excluiu Michael do processo, alegando que ele não tinha nada a ver com o lançamento do álbum. Seus quatro irmãos chegaram a um acordo confidencial. Michael foi inocentado.
Fonte: mjtribute2

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