Em Fevereiro de 1995, Michael Jackson solicitou permissão para assistir o funeral privado do pequeno Craig Fleming, um menino de dois anos cuja mãe atirou-o de uma ponte em Los Angeles, junto com seu irmão de três anos de idade, antes dela mesma também saltar da ponte.
A mãe e a criança de quatro anos de idade sobreviveram ao incidente, embora o filho Michael tivesse sido gravemente espancado, necessitando de ajuda médica.
A mãe e a criança de quatro anos de idade sobreviveram ao incidente, embora o filho Michael tivesse sido gravemente espancado, necessitando de ajuda médica.
![]() |
| A ponte Long Beach no rio Los Angeles |
![]() |
| Os primeiros-socorros às crianças |
![]() |
| O funeral de Craig Fleming |
![]() |
| Michael oferece toda a assistência necessária à familia |
Posteriormente, Michael Jackson dedicou a canção Childhood
no álbum HIStory à memória de Craig Fleming, com estas palavras:
no álbum HIStory à memória de Craig Fleming, com estas palavras:
¨Childhood¨ é dedicada ao pequeno Craig Fleming e seu irmão sobrevivente, Michael, para quem um fundo de bolsa de estudos foi criado para garantir sua infância e um futuro com muitas possibilidades. Amor, MJ.
Donna Jean Fleming, de San Pedro, que se declarou culpada de atirar seus dois filhos de uma ponte de Long Beach, matando um deles, foi posteriormente condenada a doze anos de prisão.
Entenda a história
Donna Jean Fleming, de San Pedro, que se declarou culpada de atirar seus dois filhos de uma ponte de Long Beach, matando um deles, foi posteriormente condenada a doze anos de prisão.
O juiz Bradford Andrews de Long Beach recomendou que Donna servisse pelo menos parte de sua sentença em um hospital psiquiátrico, visto os crimes terem sido um "resultado direto" de sua doença mental.
Evidências sugerem que ela havia estado mentalmente doente durante pelo menos um ano antes da data do acidente, em 21 de fevereiro de 1995, segundo Andrews.
![]() |
| A detenção de Donna Fleming no dia 21 de Fevereiro de 1995 |
"No início da vida [as vozes] eram suas amigas", disse Pace. "Com o tempo elas se tornaram hostis."
Corada e calma, Donna foi levada ao tribunal, acenou e sorriu para sua mãe, Joyce Overton, mas permaneceu em silêncio. Overton, o único membro da família de Fleming no tribunal, chorou em silêncio, recusando-se a falar com jornalistas.
Fleming, inicialmente acusada de assassinato, se declarou culpada das acusações. Testemunhas relataram ter visto Fleming, então com 24 anos, colocar as crianças no rio e depois saltar fora da ponte. Uma testemunha chamou os salva-vidas que foram capazes de resgatar Michael e Craig, sendo que o segundo já havia se afogado.
O pai das crianças, também chamado Michael (um trabalhador de refinaria de petróleo) teve a custódia de Michael Jr. após o menino se recuperar de uma crise de hipotermia provocada pela queda. Ao mesmo tempo, Michael Fleming entrou com o pedido de divórcio, embora sua esposa o tenha recusado.
O marido e vizinhos disseram anteriormente que eles notaram Donna agindo de forma estranha antes do incidente. O marido disse que ele havia lhe pedido para buscar tratamento mental após ela lhe contar que ouvia as vozes imaginárias, mas ela teria se negado a receber ajuda.
A polícia diz que Michael Fleming contou sobre a depressão de sua esposa e outros problemas psicológicos em chamadas anteriores para a policia, envolvendo abuso conjugal em 1994. No entanto, segundo a polícia, essas acusações são comuns entre homens acusados de abusar de suas esposas.
Ron Geltz, que administrou o caso, disse que ele aprovou a combinação prescrita pelo juiz de punição e tratamento. Ele acrescentou que Fleming provavelmente passaria o próximo mês sob a supervisão dos médicos, antes que o Departamento de Correção se decidisse pela sua transferência para uma prisão comum.
Até aquele momento, Donna Fleming estava sendo medicada com doses máximas de medicamentos antidepressivos e anti-alucinatório, segundo o seu advogado.
Fontes de pesquisa:
http://www.experts123.com
http://www.linksforchange.net
http://articles.latimes.com
http://www.linksforchange.net
http://articles.latimes.com
.jpg)
.jpg)






Muito triste essa história, não tinha visto a maioria dessas fotos, e o bebê ooo meu Deus =\
ResponderExcluirMuito triste, mesmo.. e Michael estava ali, prestando solidariedade aos familiares.
ResponderExcluirDenúncias anteriores de abuso conjugal? Quem mais sofre são os filhos, pra variar.
Que bonitinho que ele era né? Dá vontade de pegar no colo.
ResponderExcluirTadinho! Esse caso foi muito triste mesmo. A morte por causas naturais já é tão triste...
Eu não sei se teria coragem de ver uma criança em um caixão, amiga. Michael era muito forte, ele sofria, mas suportava a dor de ver crianças e pessoas doentes e as tragédias como esta, desta pequena criança.
Esse caso é um grande exemplo de como Michael tinha razão quando ele inistia tanto trabalhar e pedir para que todos se voltassem para cuidar das crianças.
Que pena esse pai não ter conseguido evitar essa tragédia.
Em um caso assim, se não consegue demover o adulto - no caso a mãe - precisaria ser um processo litigioso de divórcio para que se possa proteger a vida da (s) criança (s) em primeiro lugar.
Nessas horas, por mais doloroso que seja, mesmo sendo traumático para um dos pais, sabendo que está negando ajuda de tratamento, a criança não pode ficar em risco.
Complexo isso.
Imagine como Michael se sentiu estando presente naquele local.. e o irmão dele, foi severamente espancado também.. tão lindo ele!! é de cortar o coração. Hoje ele já é um adulto..
ExcluirNão é só nos EUA que ocorre isso, aqui no Brasil a gente vê histórias parecidas acontecendo também. Michael ao longo de sua vida viu muita tristeza e dor, mas como disse sua mãe, não poderia ter sido diferente, ele era tocado pelo sofrimento alheio e queria ajudar no que estivesse ao seu alcance para minimizar esse sofrimento.
ResponderExcluirObrigada Michael por você ter feito a diferença!
♥ ♥
Excluir