Michael faz questão de visitar hospitais por onde passava. Para ele, levar um pouco de alegria para quem estava internado é tão importante quanto subir no palco. Ele não vai como estrela. Vai como amigo. Senta, conversa, assina o que pediam e ouve cada história.
Autografar aquele chapéu talvez leve 10 segundos. Mas para aquela criança, vira uma lembrança para a vida inteira. É assim que Michael transforma momentos simples em gestos eternos.
