Remember The Time: Protecting Michael Jackson


Bill: ''Eu vi a conferência de imprensa em Londres na TV. Quando o vi no pódio anunciando o show, foi a primeira vez que eu pensei, uau, isso realmente está acontecendo. Até então, eu realmente não tinha prestado atenção.

O que me impressionou sobre a conferência de imprensa foi quando ele disse. "É isso aí" This Is It. Eu não acho que as pessoas sabiam exatamente o que ele quis dizer quando ele disse isso. Isso é o que tudo aquilo significava.

Fato. Eu não vou mais fazer isso. Não ia ser como o Eagles ou Frank Sinatra, aqueles que se aposentam, retornam, se aposentam novamente e depois saem em turnê novamente. Michael Jackson não.

Relutante em atuar novamente, eu acho que ele fazendo esses dez concertos iniciais, estaria satisfeito. O Rei do Pop teria assumido. Ele estava animado, porque o que lhe foi pedido era viável.

Quando eles foram até cinqüenta performances, ele ficou lívido. Eu me lembro que se falou em cinqüenta de volta a Palms. Eram cinqüenta antes de dez. Cinquenta era o número original, porque esse era o número de shows que ele realmente precisava fazer para conseguir esse dinheiro.

Mais cedo, quando eles discutiam estes concertos nos estágios iniciais, ele conversava com a gente sobre isso no carro. Ele dizia, "Eles querem fazer cinqüenta shows. Eu não posso fazer cinqüenta shows."

Ele não disse como se recusou a fazê-los. Ele disse como era ridículo que eles tenham lhe pedido para fazê-lo, como se eles estivessem pedindo para saltar de um edifício de quinze andares e sobreviver. Tipo, 'você pode acreditar nisso?'

Ele falava sobre a sua idade, sobre todo o desgaste em fazer turnês mundiais, como a má condição de suas costas e joelho. Foi da mesma forma que ele falou sobre não se comprometer com cinco noites por semana em Las Vegas.

"Eu não posso fazer tantos concertos. Eu simplesmente não posso."

Eram originalmente cinquenta concertos, em seguida, caiu para dez para que ele os fizesse, logo voltaram a ser cinqüenta. Ouvi dizer que para Sr. Jackson se comprometesse, chegaram a alegar que assim ele quebraria o recorde de número de shows realizados por Prince, porque Sr. Jackson era sempre comparado com Prince.

Essa era uma história que dava voltas, mas a realidade era que Sr. Jackson já estava em dívida com AEG por tanto dinheiro. Ele tinha tomado vários milhões de dólares como adiantamento dos shows, além do que AEG estava pagando por aquela mansão em Los Angeles. Então, quando eles disseram que seriam cinqüenta concertos, era como pagar pelo o que ele tinha recebido. Ele não tinha muitas opções.''

Javon: ''Eu nunca acreditei que ele iria fazer cinqüenta concertos. Depois de passar todo esse tempo com ele? Não. Nunca. Ele sempre era tão frágil, tão magro. Ele poderia ter ganho vários quilos e ainda estaria muito magro.

Não era apenas o aspecto físico. Era a sua atitude. Alguns dias eu estava otimista, outros dias estava triste. Tal como acontece com o aniversário de Elizabeth Taylor. Poderia estar para cima, totalmente de bom humor, pronto para ir, mas algo acontecia e ele se afastava. Não havia nenhuma maneira que, em meses e meses de performances, não teria algum drama em seu mundo. Ele entraria em colapso.

Ela queria acreditar que isso iria acontecer. Eu queria acreditar naquela grande retorno. Mas ele era tão imprevisível. Mesmo com a conferência de imprensa, eu ainda não acreditei que esse concerto iria realmente acontecer. Eu não acreditei nisso até quando ele estava no palco com um microfone na mão, cantando.''

Bill: ''Pouco depois da conferência de imprensa, as coisas ao nosso redor começaram a se mover novamente. Eu estava recebendo chamadas de Pedro Lopez. Sr. Jackson estava alugando uma fazenda nos arredores de Londres. Ele queria levar sua segurança.

Javon e eu estávamos em contato com uma empresa de lá, eu disse a eles dos equipamentos que nós precisávamos. Estávamos recebendo fotos da casa, plantas, esse tipo de coisa. Quando os programas começaram, nós estávamos indo para levar a segurança para a fazenda e escoltar Sr. Jackson indo e vindo par aa Arena, onde o pessoal da AEG cuidaria de tudo.

Mais uma vez, eu sinto que Sr. Jackson estava tentando manter a barreira entre sua vida pessoal e sua vida profissional. Então nós fomos para Londres. Isso era definitivo. Quase tudo na casa era através de Pedro Lopez. Eu estava indo para restaurar essa conexão pessoal com Sr. Jackson, a qual sentíamos que tínhamos perdido, e para mim, Peter Lopez era a âncora. Ele nos fez sentir como parte da equipe.

Ele me disse, ''Escutem, rapazes. Michael tem confia em vocês. Não se preocupem com todas essas outras coisas que estão acontecendo, não se preocupemquer que vocês se juntem a ele em Londres."

Eu me senti bem com isso. Eu também tive várias conversas com Brad Buxer, músico amigo do Sr. Jackson, que passou noites com ele no estúdio em Monte Cristo. Brad dizia, "Bill, você tem que ir. Você tem que ser parte disso. Vai ser ótimo quando chegarmos a Londres".

Conversando com Peter e Brad, ouvir o seu entusiasmo me fez sentir muito melhor. Eles eram os caras que estavam lá para o Sr. Jackson, mesmo quando não havia dinheiro envolvido, então eu senti que eu poderia realmente confiar neles.

Uma vez confirmado que estávamos indo para Londres, eu fiz uma proposta, um novo contrato para incluir provisões para a viagem e trabalhar no estrangeiro, e o enviei para Peter Lopez. Isso aconteceu com o novo endereço.''

Extraído do livro Remember The Time: Protecting Michael Jackson in His Finals Days escrito por Bill Whitfield e Javon Beard - ex-guarda-costas de Michael Jackson.

Fonte: http://mjhideout.com

30 comentários:

  1. Boa tarde Rosane! Eu já vim com o espírito preparado para a leitura, mas, ainda nao foi o capítulo da tragédia. Estou agoniada. Sobre esse trecho do livro: acredito que mesmo que tenha acontecido uma comparação entre Michael e Prince, não acho que tenha influenciado a decisão de Michael. Sobre ele estar magro e isso ser impedimento para a realização dos shows, também não vejo dessa forma. Ele estava magro sim, mais que o normal. Mas ele sempre foi magro. A época que ele estava mais "gordinho" se assim pode-se dizer, acho mais pertinente dizer gostoso rsrsrs foi da era History até 2003, 2004. O que percebia, acho que porque sou assim também, e que o psicológico dele comandava muito seu corpo e afetava a alimentação, sono, etc. E todas as vezes que ele estava triste,preocupado ou insatisfeito, logo, não se alimentava direito e acarretava vários problemas que conhecemos que ele tinha. As dores nas costas, problemas nos joelhos, insônia, vontade de ficar com os filhos e descansar....esses creio eu eram os motivos de ele não querer mais fazer shows.

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    1. Olá Verônica! Ainda teremos partes publicadas até o dia de domingo, todos os dias.

      Eu concordo com a tua visão, e certamente o lado psicológico de Michael o afetava profundamente em suas decisões.

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  2. Oi rosane desculpa pela ausencia enooorme mas minha internet anda horrivel, to amando ler sobre o michael e confesso que a era This is it é a mais horrivel pra mim.. E ler o relato dos seguranças só comprova o tanto de pessoas mas intencionadas que rondavam o Michael.. :(
    Agora ta mais perto o final né??
    Beijos e prometo continuar por aqui :)

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    1. Oi Priscila, a era This is It é tensa, mesmo e mais algumas publicações vamos chegar ao final.

      Ah sim, continue por aqui com a gente! Bjs! :)

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  3. O livro já está acabando? E obrigada pela tradução!

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    1. Oi Gabriela, faltam seis partes para serem publicadas. Uma observação: conforme eu citei em outros momentos, ao contrário de outros livros aqui no blog, essa NÃO É a versão completa do livro, embora nas últimas 15 partes, mais ou menos, eu consegui colocar a versão em sequência.

      Isso acontece porque eu não tenho esse livro e dependo do conteúdo que vou encontrando na internet. Creio que 90 a 95 por cento do livro vai estar aqui publicado.

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  4. Michael sempre lutou contra a exploração da indústria e ter que se submeter a isso na maturidade foi fatal para ele.

    Também concordo que o aspecto psicológico o afetava.

    Triste.

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    1. Nem o meio artístico escapa da exploração. :(

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    2. Oi angels, é verdade Wendy, talvez a coragem do Michael em lutar contra a exploração dessa indústria, foi que mais o prejudicou e, justamente o meio artístico é a maior vítima dessa exploração, isso já vêm de longa data! :(

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  5. Boa noite, angel do Michael!

    A história do nosso anjo é grandiosa, única, repleta de sucesso, amor, reconhecimento... Mas também é muito trágica! Além da maldade por parte de muitas pessoas, os acidentes também o perseguiam, como o incêndio que atingiu seu cabelo ao gravar o comercial da Pepsi com os Jacksons e, não podemos esquecer que as dores nas costas eram consequência do acidente em 1999, no concerto beneficente "Michael Jackson & Friends", em Munique, onde a ponte sobre a qual ele cantava Earth Song, ao contrário dos ensaios e do último show, não parou, começou a cambalear e descer bruscamente, causando dano à sua coluna e da queda que sofreu em Neverland num daqueles difíceis dias do julgamento. E as falsas acusações e suas consequências que lhe causaram enorme dano psicológico. Aliás, foi isso que tirou sua vida dos eixos: o documentário de Martin Bashir e o que veio a seguir. 7:P :(

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    1. Boa noite, amiga! ... e tudo começou quando ele quebrou o nariz em 1979, durante um ensaio. e ele teve que fazer uma rinoplastia. E como vc citou, imagine a carga de atividades que seu corpo suportou por 45 anos de trabalho!

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    2. Verdade, amiga. Eu havia me esquecido do acidente com o nariz em 1979. Realmente, com 50 anos de idade e 45 de trabalho, seria inaceitável o nº de 50 shows, mesmo se ele não tivesse passado por tudo o que passou!!!

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    3. Consta que os pés de Michael tinham um problema de saúde que é próprio dos bailarinos clássicos, onde os pés precisam ser envolvidos com gases, para aliviar a dor.

      Não sei se a informação procede, mas não duvidaria disso, por conta desses anos todos de treinamento e apresentações.

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    4. Eu também já li sobre isso e creio que a informação procede, sim.

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  6. Meu Deus.. como este homem sofreu, mas mesmo assim foi um gênio, uma criatura além do real, porque Michael transcende.. Ele é um espirito elevado.. por isso que ele magnetiza até hoje tanta gente, e quando se fala de Michael logo vem lágrimas, porque ele é inesquecível, meio luz, meio Psicólogo, meio Assistente Social, meio artista, meio um Chico Xavier do mundo... sabe? ele era além deste mundo podre... cada vez que vou lendo estes episódios dos seguranças vai me dando um nojo tão grande do ser humano... que nem sei... mas quanto ao emagrecimento.. sou assim também.. como a Veronica falou também.. se estou com problemas emocionais a primeira coisa que mexe comigo é o metabolismo e fortes dores de cabeça ( enxaqueca)... e também fortes dores nas costas como se carregasse o mundo...talvez pelo fato de ser milhões de vezes mais emoção do que razão.. tento mudar, mas não consigo... parece que compro as dores de todos... e na hora da devolução... nada! A vida é assim.. Sei bem o que Michael estava sentindo... tadinho! beijos, meninas...

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    1. Sim, nós vamos nos dando conta que aprendemos muitas coisas através da vida de Michael. É um grande aprendizado, até nisso ele se doou, como exemplo para a sociedade.

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  7. Muita tristeza!!! Parece que foi tudo bem planejado, como as coisas se encaixaram para o final triste que infelizmente conhecemos. Ele foi "levado" e as pessoas de sua confiança, que poderiam impedir isso, foram afastadas dele.

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    1. Nem me fale, é forte para mim em ler, traduzir, reler duas vezes para conferir se está tudo ok, eu fico em um tipo de overdose, aqui.

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  8. Obrigado pela tradução, meninas. Esse livro tem muitas coisas tristes, mas enfim, é um dos melhores que estou lendo, pois Meu Amigo Michael me deixou com raiva e muitas dúvidas com relação ao Cascio, mas enfim. De 2009 em diante, exceto BAD 25th eu dispenso tudo. Nada me é aproveitável, me desfiz de quase tudo que tinha, livros, revistas, praticamente tudo. Minha vida e meus materiais só serão de quando Michael estava conosco. Espero que nos respeitem e lancem materiais antigos; parem de cavar estúdios atrás de músicas arquivadas e essas coisas mais ... Acho que respeitar Mike e suas vontades é o mínimo que nós fãs podemos fazer pra começar. Ainda tenho o Bluray This Is It, mas creio que em breve ele também vai voar pela janela. ~Sou fã desde 1993 e é inadmissível me deixar levar por materiais caça-níqueis. LOVE, Daniel

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    1. Oi Daniel, como eu falei em outro momento, este livro tem uma leitura emocionalmente pesada, mas é necessária para o nosso conhecimento.

      Eu também fico na torcida pelo resgate dos materiais antigos, há tanta preciosidade guardadas nos cofres de poucos.

      Eu aprovei o livro 'My Friend Michael' e BAD 25th é tudo de bom, um video valoroso, mesmo.

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    2. BAD 25th é tudo de bom, tirando o chororô das celebridades antes de Man In the Mirror. Ficou estranho e fora de contexto. O documentário é extraordinário e nos dá uma dimensão da cultura e conhecimento artísticos de Michael. Já quanto as indiscrições de Cascio em seu livro ...

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    3. Indiscrições à parte, no contexto geral o livro foi positivo, porque foi o testemunho de uma familia que entregou suas crianças para o convivio com Michael e nada de ruim aconteceu, como sabemos. Nós fãs, sabemos disso, mas os não fãs podem ter a visão de como Michael tratou a essa familia e às suas crianças durante suas estadias no rancho e ao redor do mundo. Então precisamos nos desapegar dos pormenores e focar no saldo positivo o qual enaltece que Michael nunca foi um pedófilo, ao contrário do que a midia tenta nos implantar. Por esses motivos eu aprovei o livro.

      Quanto às indiscrições, foram mínimas, ao meu ver. Seriam desnecessárias, mas não me moveram um milimetro na minha condição de fã, pelo contrário, mostraram um Michael ser humano normal com seus receios e limitações, e é disso que eu gosto, podermos humanizar Michael . Enfim, o saldo do livro sempre será positivo, ao colocá-lo na balança.

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    4. Assim como Michael não tinha medo de olhar para os sofrimentos da vida (como ele visitava as crianças nos hospitais infantis, por exemplo) eu também não tenho medo de olhar para as outras nuances de Michael, e ele as teve, com certeza.

      O livro mexe com vários tabus, e não apenas quando fala sobre o cigarro de maconha.

      Mostra Michael revoltado, com justa razão, quando quebra os móveis do quarto do hotel.

      Michael desconfiado das pessoas ao seu redor, sem saber em quem confiar.

      Michael admitindo estar cansado das turnês, porque o deixava profundamente desidratado, alterando todo o seu metabolismo.

      Michael se envolvendo, eventualmente, com algumas mulheres.

      Michael se sentindo abandonado pelo próprio Frank, e Frank, por sua vez, magoado com Michael, por considerá-lo desta forma.

      Michael lutando contra a dependência dos remédios prescritos.

      E assim, tantas nuances de alguém a quem quase não se deu o direito de ser ¨humano¨.

      Eu citei apenas alguns exemplos.

      Eu amo e respeito Michael Jackson como artista e como ser humano, e acredito que ele não tinha a obrigação de ser forte o tempo inteiro. Não tinha que se abster de um copo de vinho, ou de sexo, ou de um cigarro, se ele assim o quisesse.

      Isso tudo é irrelevante para mim, porque o torna ainda mais humano, e mais encantador, aos meus olhos.

      E isso é o contrário de ''endeusá-lo''. É lhe dar o direito de ser ¨humano¨.

      Eu penso que Michael Jackson não tem que provar mais nada para seus fãs. Quem o ama, o ama com suas virtudes e suas fragilidades. Michael deu tudo de si para o mundo, como artista e como pessoa. Lendo o livro, em nenhum momento me senti desapontada com Michael.

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  9. Eu comparo todo esse contexto da preparação de This is it a um labirinto cheio de armadilhas, das quais Michael teria que se livrar se
    quisesse sair ileso. Tadinho do meu anjo, perdeu a batalha contra
    os perversos. O que me consola é saber que hoje nada mais o atinge porque ele está bem juntinho de Deus.

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    1. Interessante a tua visão sobre o labirinto, Mari. Eu vejo como uma teia de aranha, no qual ele se encontrava preso e cercado pelas pessoas e circunstâncias.

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  10. Endosso todas as suas palavras, Rosane. É maravilhoso saber que o Michael real era um ser humano como outro qualquer, com virtudes e fragilidades e, que ambas eram intensas nele como em qualquer um de nós, aliás as suas virtudes superavam as expectativas, nem sei como ele encontrou forças para amar tanto
    essa humanidade onde muitos o repudiavam; ele realmente foi mais um a ser enviado a este planeta com a missão de reforçar a prática do amor e da compaixão àqueles que não aprenderam com Jesus.
    Essas práticas exigem uma dose de humildade imensuráveis, mas
    Michael soube ser humilde de coração.

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    1. Com certeza, Mari. Não podemos exigir a perfeição de nenhuma pessoa aqui neste mundo, mas sempre ficamos encantados (as) com as revelações que nos surgem sobre o Michael por trás dos bastidores.

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  11. As revelações são mesmo encantadoras, mesmo os que estiveram
    com ele por algumas horas ou alguns minutos, relatam o quanto gente
    boa ele era. Só nos deu orgulho, esse rapaz.

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